Diferenças entre edições de "Antônio Ferreira Viana"

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Estudou no [[Colégio Pedro II]], no Rio e depois na [[Faculdade de Direito de São Paulo]], onde formou-se em 1855. De volta ao Rio foi nomeado [[promotor público]] da corte.
 
Ao final de quatro anos retornou à [[advocacia]] e entrou para o jornalismo político, onde colaborou com o [[Correio Mercantil]]. Depois foi chefe da redação do [[''Diário do Rio de Janeiro''|Diário do Rio de Janeiro]], atacando o ministério de [[Zacarias de Góis|Zacarias de Vasconcelos]].
 
Foi deputado, presidente da câmara municipal, [[ministro]] da Justiça e do Império. De espírito [[filantropia|filantrópico]], fundou [[escola]]s, [[hospital|hospitais]], [[asilo]]s, [[orfanato]]s e [[albergue]]s, além de ter defendido a causa da [[Abolicionismo|abolição da escravatura]]. Foi o autor do projeto de Lei de Abolição da Escravatura no Brasil, promulgada em 13 de maio de 1888 pela Princesa Isabel (ver [[Gabinete João Alfredo]]). Por esse motivo, o Centro Acadêmico da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pelotas recebeu seu nome.
 
Fundou e dirigiu, com [[Andrade Figueira]], o jornal [[''A Nação''|A Nação]], e depois da [[Proclamação da República]] colaborou com o jornal ''[[O Paiz]]'', com o [[pseudônimo]] ''Suetônio'', escrevendo uma série de artigos sobre o antigo regime.
 
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