Diferenças entre edições de "Império Espanhol"

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*Powell, Philip Wayne ([1991?]). Árbol de odio: la leyenda negra y sus consecuencias en las relaciones entre Estados Unidos y el mundo hispánico. Ediciones Iris de Paz. {{ISBN|9788440488855}}. OCLC 55157841</ref> uma descrição também dada ao [[Império Português]].<ref>{{citar livro|último1 =Page |primeiro1 =Melvin Eugene |último2 =Sonnenburg |primeiro2 =Penny M. |título=Colonialism: An International, Social, Cultural, and Political Encyclopedia |data=2003 |publicado=ABC-CLIO |isbn=9781576073353 |página=481 |url=https://books.google.com/?id=qFTHBoRvQbsC&q=first+global#v=snippet&q=first%20global&f=false |acessodata=5 de outubro de 2018 |língua=en}}
*{{citar livro|último1 =Brockey |primeiro1 =Liam Matthew |título=Portuguese Colonial Cities in the Early Modern World |data=2008 |publicado=Ashgate Publishing, Ltd. |isbn=9780754663133 |página=xv |url=https://books.google.com/?id=gIlT0Uhaq_oC&q=global+empire#v=snippet&q=global%20empire&f=false |acessodata=5 de outubro de 2018 |língua=en}}
*{{citar livro|último1 =Juang |primeiro1 =Richard M. |último2 =Morrissette |primeiro2 =Noelle |título=Africa and the Americas: Culture, Politics, and History : a Multidisciplinary Encyclopedia |data=2008 |publicado=ABC-CLIO |isbn=9781851094417 |página=894 |url=https://books.google.com/?id=wFrAOqfhuGYC&q=first+global+empire#v=snippet&q=first%20global%20empire&f=false |acessodata=5 de outubro de 2018 |língua=en}}</ref> Foi o império mais poderoso do mundo entre o {{séc|XVI}} e a primeira metade do XVII, atingindo sua extensão máxima no XVIII.<ref>{{citar web|url=http://pares.mcu.es/Bicentenarios/portal/en/extension.html |título=Extension|data=2015-12-04 |website=pares.mcu.es |língua=en |acessodata=2018-06-12}}</ref> Foi o primeiro a ser chamado de "[[o império no qual o Sol nunca se põe]]".<ref>{{citar livro|url=https://books.google.com/?id=2S-dDgAAQBAJ&pg=PT13&lpg=PT13&dq=fray+francisco+de+ugalde+imperio#v=onepage&q=fray%20francisco%20de%20ugalde%20imperio&f=false |título=Seablindness: How Political Neglect Is Choking American Seapower and What to Do About It |último =Cropsey |primeiro =Seth |data=2017-08-29 |publicado=Encounter Books |isbn=9781594039164 |língua=en}}</ref> [[Castela]] tornou-se o reino dominante na [[Península Ibérica]] por causa de sua jurisdição sobre o império ultramarino nas Américas e nas Filipinas.{{sfn|Gibson|1966|p=90–91}} A estrutura do império foi estabelecida sob os [[Casa de Habsburgo|Habsburgos espanhóis]] (1516-1700) e sob os monarcas [[Casa de Bourbon|Bourbon espanhóis]], o império foi trazido sob maior controle e aumentou suas receitas das Índias.<ref>{{citar livro|url=https://books.google.com/?id=heEdZziizrUC&lpg=PA35&dq=&pg=PA35#v=onepage&q=&f=false|título=The Rise of Merchant Empires: Long-Distance Trade in the Early Modern World, 1350–1750|último =Tracy|primeiro =James D.|publicado=Cambridge University Press|ano=1993|isbn=978-0-521-45735-4|página=35}}</ref>{{sfn|Lynch|1989|p=21}} A autoridade da coroa nas Índias foi ampliada pela concessão papal de poderes de patronato, o que deu-lhe poder na esfera religiosa.<ref>Schwaller, John F., "Patronato Real" in {{harvnb|Encyclopedia of Latin American History and Culture|1996|loc=vol 4, p. 323–324}}</ref>{{sfnm|Mecham|1966|1p=4–6|Haring|1947|2p=181–182}} Um elemento importante na formação do império espanhol foi a [[união dinástica]] entre [[Isabel I de Castela]] e [[Fernando II de Aragão]], conhecidos como os [[Reis Católicos]], que iniciaram a coesão política, religiosa e social, mas não a unificação política.{{sfn|Gibson|1966|p=4}} Os reinos ibéricos mantiveram suas identidades políticas, com administração e configurações jurídicas particulares.
 
Embora o poder do monarca soberano espanhol variasse de um território a outro, o monarca agia de [[Estado unitário|maneira unitária]]{{sfn|Ruiz Martín|1996|p=473}} sobre todos os territórios do soberano através de um sistema de conselhos: a unidade não significava uniformidade.{{sfn|Ruiz Martín|1996|p=465}} Em 1580, quando [[Filipe II da Espanha]] sucedeu ao trono de [[Portugal]] (como Filipe I), ele estabeleceu o [[Conselho de Portugal]], que supervisionava Portugal e seu império e "preservava suas próprias leis, instituições e sistema monetário, e unidos apenas em compartilhar com o soberano comum".{{sfn|Elliott|1977|p= 270}} A [[União Ibérica]] permaneceu em vigor até 1640, quando Portugal derrubou o domínio dos Habsburgos e restabeleceu a independência sob a [[Casa de Bragança]].<ref>Cohen, Thomas M. "Portugal, Restoration of 1640" in {{harvnb|Encyclopedia of Latin American History and Culture|1996|loc=vol. 4, p. 450–451}}</ref> Sob Filipe II, a Espanha, em vez do [[Monarquia de Habsburgo|império dos Habsburgos]], foi identificada como a nação mais poderosa do mundo, superando facilmente a [[França]] e a [[Inglaterra]]. Além disso, apesar da repressão de outros Estados europeus, a Espanha manteve sua posição de domínio com aparente facilidade. O [[Tratado de Cateau-Cambrésis]] (1559) confirmou a herança de Filipe II na Itália (o [[Mezzogiorno]] e o [[Ducado de Milão]]). As reivindicações espanholas sobre [[Reino de Nápoles|Nápoles]] e [[Sicília]], no sul da Itália, remontam à [[Coroa de Aragão|presença aragonesa]] no {{séc|XV}}. Após a paz alcançada em 1559, não haveria revoltas napolitanas contra o domínio espanhol até 1647. O Ducado de Milão permaneceu formalmente parte do [[Sacro Império Romano]], mas o título de Duque de Milão foi entregue ao [[rei da Espanha]]. A morte do [[imperador otomano]] [[Suleimão, o Magnífico]], em 1566, e a vitória naval sobre o [[Império Otomano]] na [[Batalha de Lepanto]], em 1571, deram à Espanha uma reivindicação de ser a maior potência não apenas na Europa, mas também no mundo.
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