Arquitetura vernacular: diferenças entre revisões

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Em 1964, a exposição ''Arquitetura sem Arquitetos'' foi apresentada no [[Museu de Arte Moderna (Nova Iorque)|Museu de Arte Moderna de Nova York]] por Bernard Rudofsky. Acompanhada por um livro com o mesmo título<ref>{{Citar livro|url=http://worldcat.org/oclc/66736675|título=Architecture without architects : a short introduction to non-pedigreed architecture|ultimo=Rudofsky, Bernard, 1905-1988.|data=2002|editora=University of New Mexico Press|isbn=0-8263-1004-4|oclc=66736675}}</ref>, incluindo fotografias a preto e branco de edifícios vernáculos em todo o mundo, a exposição foi extremamente popular. Foi Rudofsky quem primeiro fez uso do termo vernáculo num contexto arquitetônico, e trouxe o conceito aos olhos do público e da arquitetura convencional: "Por falta de um rótulo genérico chamar-lhe-emos vernacular, anónimo, espontâneo, indígena, rural, conforme o caso". No entanto, o leque de estudos sobre arquitectura vernacular desde a publicação do livro sugere que a caracterização de Rudofsky era limitada e problemática; de facto, muitas vezes a arquitectura vernacular ''não'' é anónima e é concebida de forma muito intencional, aprendida através de gerações de prática e baseada na disponibilidade de materiais particulares e profundamente afectada pelo clima (e, portanto, não "espontânea").
 
Depois do surgimento do termo na década de 1970, as considerações vernaculares têm desempenhado um papel cada vez maior nos projetos arquitetônicos, embora cada arquiteto tirar mensagens muito diferentes sobre os méritos da arquitetura vernácula.{{Referências}}
== Instituições de Ensino ==
Embora o ensino da arquitectura modernista continue a imperar nas universidades e faculdades de arquitectura por todo o mundo, algumas instituições concentram-se apenas, principalmente ou em parte, no ensino dos princípios do urbanismo e arquitectura tradicionais.<ref>{{Citar web |url=https://www.intbau.org/resources/institutions/ |titulo=Institutions {{!}} INTBAU |acessodata=2020-10-27 |lingua=en-US}}</ref> Algumas destas instituições incluem:
;No Brazil
*[[Centro Universitário Euroamericano]] (UNIEURO) em [[Brasília]]
;Em Espanha
*[[Universidade do País Basco]] em [[San Sebastián]]
*[[Universidade Politécnica de Madrid]] em [[Madrid]]
*[[Universidade Alfonso X El Sabio]] em [[Madrid]]
*[[Universidade Politécnica de Valência]] em [[Valência]]
*[[Universidade de Sevilha]] em [[Sevilha]]
*[[Universidade de Castela-Mancha]] em [[Cuenca]]
*[[Universidad Politécnica de Cartagena]] em [[Cartagena (Espanha)|Cartagena]]
 
;Em Portugal
*[[Escola Superior Gallaecia]] em [[Vila Nova de Cerveira]]<ref>{{Citar web |url=https://esg.pt/versus/ |titulo=Versus - Vernacular Heritage Sustainable Architecture |acessodata=2020-10-27 |website=esg.pt |lingua=en}}</ref>
 
{{Referências}}
==Bibliografia==
* DINIZ, João. A Casa Invisível: Fragmentos sobre a arquitetura popular no Brasil. In: ''ArchDaily Brasil'', 19 jul. 2012. [https://www.archdaily.com.br/60177/a-casa-invisivel-fragmentos-sobre-a-arquitetura-popular-no-brasil-joao-diniz link]. [Original: La arquitetura invisible. In: NÚÑEZ, Víctor Durán; GARCÍA, José Brea (orgs.). ''Arquitectura Popular Dominicana'', pp. 33-40. Santo Domingo: Popular, 2009. [https://issuu.com/popularenlinea/docs/arquitectura_popular_en_baja link.]]
* TOGNON, M. ''Uma poética da técnica: a produção da arquitetura vernacular no Brasil''. Tese de Doutorado, Unicamp, Campinas, 2016. [http://repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/320977 link].
* [[Günter Weimer|WEIMER, Günter]]. ''Arquitetura Popular Brasileira''. São Paulo: Martins Fontes, 2005. [https://books.google.com.br/books?id=l4tdAAAAMAAJ link].
 
== Ver também ==
* [[Construção de terra]]
* [[Tejupar]]
* [[Prêmio Rafael Manzano]]
 
{{esboço-arquitetura}}
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