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[[Imagem:The Antiquary MET CT 1141.jpg|thumb|esquerda|upright|''The Antiquary''.<br><small>Por Edwin White, óleo sobre tela, 1855.</small></center>]]
 
No final do {{séc|XVII}}, os estudos históricos foram questionados em função de sua falta de precisão sobre os fatos do passado. Diversas críticas foram dirigidas à historiografia por parte daquilo que viria a ser conhecido como [[Pirronismo|pirronismo histórico]], uma corrente filosófica formada por indivíduos que desacreditaram na ideia de um conhecimento histórico seguro e confiável, tais como François de La Mothe Le Vayer em seu ''Du peu de certitude qu'il y a dans l'histoire'' (A pouca certeza que existe na história), publicado em 1686, e [[Pierre Bayle]] em sua ''Critique générale de l'histoire du calvinisme'' (Crítica geral à história do calvinismo).{{sfn|Momigliano|2014|p=30-31}} A refutação desta perspectiva [[Ceticismo|cética]] ao longo deste século foi feita não tanto por historiadores, mas pelos antiquários, como [[Ludovico Antonio Muratori]] em seu ''Delle forze dell'entendimento umano ossia il pirronismo confutado'' (Da força do entendimento humano ou o pirronismo refutado), e Jacques Spon, que, em sua ''Réponse à la critique publiée par M. Guillet'' (Resposta à crítica publicada por M. Guillet), afirmou a confiabilidade da evidência arqueológica.{{sfn|Momigliano|2014|p=31-36}} Deve-se lembrar que, ainda no {{séc|XV}}, a expressão ''antiquitates'' poderia significar simplesmente a “história”, como atesta a obra ''Antiquitates Vicecomitum'', escrita por [[Giorgio Merula]] em 1486, ou também “ruínas” e “momumentos”“monumentos”, como nas ''Antiquitates urbis'' (Cidade antiga) de [[Pomponio Leto]]. De qualquer forma, o antiquário enquanto um amante, colecionador e estudante das tradições antigas e seus vestígios foi um dos conceitos mais importantes para o [[humanismo]] dos séculos XV e XVI.{{sfn|Momigliano|2014|p=25}}{{sfn|Saraiva|1976|p=86}}
 
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