Diferenças entre edições de "Sá de Miranda"

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Francisco de Sá de Miranda nasceu em [[Coimbra]]: possivelmente em 28 de Agosto de 1481 (data em que [[D. João II|D.&nbsp;João II]] subiu ao trono, dizem os biógrafos). Outros autores apontam para a data de "27 de Outubro de 1495".<ref>[[Innocencio Francisco da Silva]], ''[[Diccionario Bibliographico Portuguez]]'' (na Imprensa Nacional, 1859), p. 53.</ref><ref>[[José Maria da Costa e Silva]], ''Ensaio Biographico-Critico sobre os Melhores Poetas Portuguezes'', Volume 2 (na Imprensa Silviana, 1851), Capítulo II, p. 8.</ref> Meio-irmão de [[Mem de Sá]], era filho de [[Gonçalo Mendes de Sá]], [[cónego]] da [[Sé de Coimbra]] e de Inês de Melo, solteira, [[nobre]] de Barcelos, orago que contemplaria Duas Igrejas hoje em dia pertencente ao município de Vila Verde. Neto paterno de [[João Gonçalves de Crescente]], [[cavaleiro]] [[fidalgo]] da [[Casa Real]], e de sua mulher Filipa de Sá que viveram em [[São Salvador do Campo]] em ([[Barcelos]]) e em Coimbra, no episcopado de D.&nbsp;[[João Galvão]].
Estudou [[Gramática]], [[Retórica]] e [[Humanidades]] na [[Mosteiro_de_Santa_Cruz|Escola de Santa Cruz]], onde possivelmente terá estudado [[Luís de Camões]]. Frequentou depois a Universidade, ao tempo estabelecida em [[Lisboa]], onde fez o curso de Leis alcançando o grau de doutor em [[Direito]], passando de aluno aplicado a professor considerado e frequentando a Corte até 1521, datando-se de então a sua amizade com [[Bernardim Ribeiro]], para o Paço, compôs cantigas, vilancetes e esparsas, ao gosto dos poetas do século XV.
O [[Cancioneiro Geral de Garcia de Resende]], impresso em 1516, publica treze poesias do Doutor Francisco de Sá. Os seus versos, à maneira dos trovadores da época, já revelam o carácter do homem e a vivacidade e cultura do seu espírito. Sá de Miranda começou imitando os poetas do Cancioneiro General de [[Hernan Castillo]], impresso em 1511, glosando, em castelhano, os motes ou cantigas de [[Jorge Manrique]] e de [[Garcia Sanchez]]. Nunca abandonou as formas tradicionais da [[redondilha]], antes e depois de conhecer e aceitar a escola italiana, e de introduzir em Portugal o [[verso decassílabo]]. Foi casado com D. Briolanja de Azevedo, filha de Francisco Machado, 2º Senhor das Terras de Entre [[Rio Homem|Homem]] e [[Rio Cávado|Cávado]] ([[Amares]]) até ao ano de 1518 em que faleceu. Sá de Miranda e sua esposa D. Briolanja de Azevedo, aparecem na aquisição de uma propriedade, cuja escritura de venda foi assinada na Casa de Castro (freguesia de [[Carrazedo_(Amares)|Carrazedo]]) aos 03 de Maio de 1530, pelo tabelião e escudeiro da Casa Real Diogo de Arantes.<ref>{{Citar livro|sobrenome=Machado|nome=José Sousa|título=O Poeta do Neiva|editora= Livraria Cruz, Braga|ano=1929}}</ref>Viveram na [[Casa da Tapada]], de que Francisco Sá de Miranda foi 1º Senhor até à sua morte, sita na freguesia de [[Fiscal_(Amares)|Fiscal]] em [[Amares]].
[[Ficheiro:Quinta da Tapada.jpg|thumb|centro|400px|Casa e quinta da Tapada, Fiscal, Amares]]
 
==A poesia==
[[Ficheiro:Azulejos Casa do Barreiro.JPG|thumb|right|400px|Poema de Sá de Miranda em Azulejos na [[Casa do Barreiro]], [[Gemieira]], [[Ponte de Lima]].]]
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