Diferenças entre edições de "Associação Católica Coreana"

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A KCA também é responsável por todas as informações oficiais sobre a [[Igreja Católica|Igreja]] e coordena um serviço semanal para os fiéis, segundo dados disponibilizados por ela existem aproximadamente 3.000 católicos no país. No entanto, a [[Organização das Nações Unidas|Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas]] e a organização [[Ajuda à Igreja Que Sofre|Ajuda à Igreja que Sofre]] colocam o número mais próximo de 800, considerando uma nação de cerca de 23 milhões de pessoas, a população católica microscopicamente pequena no país.<ref>{{Citar web|titulo=While pope visits the South, North Korea's 'quiet Catholics' cut off from the Vatican|url=https://www.foxnews.com/world/while-pope-visits-the-south-north-koreas-quiet-catholics-cut-off-from-the-vatican|obra=Associated Press|data=2015-03-24|acessodata=2020-06-15|lingua=en-US}}</ref>
 
O artigo 14 da Constituição norte-coreana afirma que os cidadãos "''devem ter liberdade de crença religiosa e de prestação de serviços religiosos''", mas segundo a [[Organização das Nações Unidas|Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas]] esta é efetivamente inexistente no país. O único culto publicamente admitido é o que está voltado para os líderes nacionais [[Kim Il-sung]], considerado “ o pai da pátria” e seu filho [[Kim Jong-il]], sendo vedado a fiéis de qualquer religião atitudes de conotação religiosas em público, aos católicos não podepodem sequer se engajar em gestos simples como o sinal da cruz, sem medo de vigilância e serem denunciados pela KCA por atentarem contra a laicidade do Estado <ref name=":0">{{Citar web|titulo=Nenhum católico norte-coreano irá a Missa com o Papa, diz associação|url=https://noticias.cancaonova.com/mundo/nenhum-catolico-norte-coreano-ira-a-missa-com-o-papa-diz-associacao/|obra=Notícias|data=2014-08-05|acessodata=2020-06-16}}</ref>.
 
No ano de 2016 o governo de [[Kim Jong-un|Kim Jong Un]], através da KCA, decidiu oficialmente banir o que ainda era a tradicional celebração pública do [[Natal]] para dar lugar ao novo culto à "Sagrada Mãe da Revolução", dedicado a sua avó [[Kim Jong-suk|Kim Jong Suk]], mãe do último líder do país, [[Kim Jong-il|Kim Jong Il]]. A intenção teria surgido em 2014, quando [[Kim Jong-un|Kim Jong Un]] descobriu que a [[Coreia do Sul|Coréia do Sul]] planejava erguer uma enorme árvore de Natal ao longo da fronteira. Em meio a ameaças de guerra total, a árvore nunca foi erguida. Apesar da aversão pelas árvores de Natal, elas podem ser encontradas na capital de [[Pyongyang]] - especialmente em lojas e restaurantes de luxo -, mas são amplamente despojadas de símbolos religiosos <ref>{{Citar web|titulo=Kim Jong Un bans Christmas, makes North Korea worship grandma|url=https://nypost.com/2016/12/25/kim-jong-un-bans-christmas-makes-north-korea-worship-grandma/|obra=New York Post|data=2016-12-25|acessodata=2020-06-16|lingua=en|primeiro=Yaron|ultimo=Steinbuch}}</ref>.
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