Diferenças entre edições de "Arruda dos Pisões"

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A '''Arruda dos Pisões''' é uma [[Lista de freguesias portuguesas|freguesia]] [[Portugal|portuguesa]] do [[lista de municípios portugueses|concelho]] de [[Rio Maior]], com 9,70 km² de área e 560 habitantes ([[2001]]). Densidade: 43,8 hab/km².
O Freguesia de Arrudas Pisões, sede da freguesia do mesmo nome é considerado um dos mais antigos do concelho de Rio Maior e os seus povos descenderão de habitantes primitivos da região.
A presença humana nesta zona remonta a épocas muito remotas. Pensa-se que terá sido no último período da era Cenozóica. Deslocavam-se grupos pouco numerosos, ao longo dos rios e lagos, á procura de raízes, frutos e outras comidas. Pernoitavam nas grutas e nos buracos, que lhes pareciam seguros dos animais.
O topónimo Pisoes, deriva de Pizoens, era um instrumento com que as populações de antigamente moíam os cereais para fabricar farinha, objectam que batia no recipiente ou almofariz. Pisoes também poderia ser maquinas utilizadas para lhe dar mais consistência, e assim sendo poderá indicar a existência, noutras tempos de uma industria de panos, o topónimo Arruda poderá estar ligado a uma planta lenhosa, que aqui existiu, de forte cheiro e desagradável e sabor acre, utilizada para fins medicinais.
A freguesia de S.Gregório de Arruda dos Pisões, era uma vigairaria e posteriormente de Avis, sendo um dos seus frades professos a apresentar a Mesa da Consciência.
No ano de 1527, na aldeia de Arruda dos Pisões existiam 27 fogos habitacionais e uma população de cerca de 120 habitantes. Em 1758, existiam cerca de 63 fogos e 243 habitantes. No recenseamento de 1930 a freguesia tinha 128 fogos e cerca de 624 habitantes, sendo a freguesia menos populosa do concelho.
Esta zona, em tempos era bastante pantanosa. Ao longo da freguesia existem bastantes ribeiras, sendo muito abundante de água, tornando a agricultura, na actividade principal da população, a qual ainda é complementada pela pecuária e avicultura. Na primeira metade do século passado, a indústria de louça de barro grosseira, predominava na freguesia, existindo também diversas fábricas na vinha, na fruta e na oliveira, possuindo alguns lagares de azeite. No ano de 1939, apareceu um insecto preto que se introduzia nos ramos da oliveira destruindo a azeitona.
A Igreja Paroquial de S. Gregório, contém uma só nave, dois altares colaterais e tecto de madeira de três planos. De realçar a imagem da padroeira, esculpida em pedra, com uma altura de cerca de 70cm, policremada, data do século XVI. Destaque ainda para o cruzeiro que data de 1734.
 
 
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