Diferenças entre edições de "Rosa Ramalho"

412 bytes adicionados ,  15h54min de 8 de dezembro de 2020
Aditamento aos dados biográficos e genealógicos com fonte nos registos paroquiais;
(inseri portais)
(Aditamento aos dados biográficos e genealógicos com fonte nos registos paroquiais;)
Etiquetas: Editor Visual Edição via dispositivo móvel Edição feita através do sítio móvel
 
== Biografia ==
Rosa Ramalho nasceu a [[14 de agosto]] de [[1888]], na freguesia de [[São Martinho de Galegos]] (concelho de [[Barcelos]]). Filha de um sapateiro, Luís Lopes e de uma tecedeira, Emília Barbosa<ref name=":0">{{Citar web |url=http://pesquisa.adb.uminho.pt/viewer?id=1017302&FileID=511528 |titulo=Batismos |acessodata=2020-12-08 |website=pesquisa.adb.uminho.pt |lingua=pt}}</ref>, casou-se aos 1819 anos, em [[Manhente]], a [[20 de fevereiro]] de [[1908]], com um moleiro, eAntónio da Mota, natural de [[São Romão da Ucha]] (concelho de [[Barcelos]])<ref name=":0" />, de quem teve sete filhos. Aprendeu a trabalhar o [[Argila|barro]] desde muito nova, mas interrompeu a atividade durante cerca de 50 anos para cuidar da família. Só após a morte do marido, a [[17 de junho]] de [[1956]], e já com 68 anos de idade, retomou o trabalho com o barro e começou a criar as figuras que a tornaram famosa. As suas peças simultaneamente dramáticas e fantasistas, denotadoras de uma imaginação prodigiosa, distinguiam-na de outros barristas e oleiros e proporcionaram-lhe uma fama que ultrapassou fronteiras.
 
Foi ao [[António Quadros (pintor)|pintor António Quadros]] que se deveu a descoberta de Rosa Ramalho pela crítica artística e a sua divulgação nos meios "cultos".
Em 1968 recebeu a medalha "As Artes ao Serviço da Nação". Nesse ano foi apresentada na Feira de Artesanato de [[Cascais]] e os seus trabalhos passaram a ser procurados por milhares de portugueses e estrangeiros.
 
Foi enterradasepultada ema [[25 de Setembrosetembro]] de [[1977]] [http://www.fmsoares.pt/aeb_online/visualizador.php?bd=IMPRENSA&nome_da_pasta=06828.178.27951&numero_da_pagina=20] no pequeno cemitério de S.São Martinho. A população de Barcelos dirigiu, logo na altura, uma proposta ao governo no sentido de transformar o barracão e o telheiro num museu de cerâmica com o nome da barrista.
 
Foi a primeira barrista a ser conhecida individualmente pelo próprio nome e teve o reconhecimento, entre outros, da Presidência da República, que em 9 de Abril de 1981, a título póstumo, lhe atribuiu o grau de Dama da [[Ordem Militar de Sant'Iago da Espada]].<ref>{{citar web |url=http://www.ordens.presidencia.pt/?idc=153 |título=Entidades Nacionais Agraciadas com Ordens Portuguesas |data= |publicado=Presidência da República Portuguesa |acessodata=2020-07-25 |notas=Resultado da busca de "Rosa Barbosa Lopes".}}</ref>
796

edições