Diferenças entre edições de "Descoberta do Brasil"

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{{Ver desambig|| Descobrimento do Brasil (desambiguação)| este=o facto histórico ocorrido em 1500}}
{{Revisão}}
{{Imagem dupla|right|Vicente Yáñez Pinzón.jpg|160|Pedro Alvares Cabral.jpg|155|[[Vicente Yáñez Pinzón]], considerado o descobridor do Brasil por diversos estudiosos, chegou ao [[Cabo de Santo Agostinho (acidente geográfico)|cabo de Santo Agostinho]] no litoral sul de [[Pernambuco]] em 26 de janeiro de 1500.<ref name="Anghiera"/>|[[Pedro Álvares Cabral]] desembarcou em [[Porto Seguro]] no litoral sul da [[Bahia]] em 22 de abril de 1500, tornando a região colônia do [[Reino de Portugal]].<ref name="Anghiera"/>}}
'''Descoberta''' ou '''descobrimento do Brasil''' refere-se, de um ponto de vista [[eurocêntrico]], à descoberta por [[Europa|europeus]] do território atualmente conhecido como [[Brasil]]. Este momento é muitas vezes entendido como sendo o do avistamento da terra que então denominaram por [[Ilha de Vera Cruz|Ilha da Vera Cruz]], nas imediações do [[Monte Pascoal]], pela armada comandada por [[Pedro Álvares Cabral]], ocorrida no dia [[22 de abril]] de [[1500]]. Esta descoberta inscreve-se nos chamados [[descobrimentos portugueses]].<ref name="Anghiera">{{Citar web|url=https://books.google.com.br/books?id=5rIVAAAAYAAJ&hl=pt-BR&source=gbs_navlinks_s|título=Manual de arqueología americana|página=77|idioma=espanhol|autor=Henri Beuchat|acessodata=23-4-2019}}</ref><ref name="Cabral">{{citar web|url=http://g1.globo.com/pernambuco/projeto-educacao/noticia/2011/10/pinzon-ou-cabral-quem-chegou-primeiro-ao-brasil.html|título=Pinzón ou Cabral: quem chegou primeiro ao Brasil?|publicado=G1|acessodata=5-4-2017}}</ref>
== A armada de Pedro Álvares Cabral ==
[[Imagem:Nau de Pedro Álvares Cabral.jpg|thumb|esquerda|Nau de Pedro Álvares Cabral conforme retratada no [[Livro das Armadas]], atualmente na [[Academia das Ciências de Lisboa]].]]
Para selar o sucesso da viagem de [[Vasco da Gama]] na [[descoberta do caminho marítimo para a Índia]] — que permitia contornar o [[Mediterrâneo]], então sob domínio dos [[mouro]]s e das nações italianas —, o rei D. Manuel I se apressou em mandar aparelhar uma nova frota para as Índias. Uma vez que a pequena frota de Vasco da Gama tivera dificuldades em impor-se e comerciar, esta seria a maior até então constituída pelo Ocidente, sendo composta por treze embarcações e mais de mil homens. Com exceção dos nomes de duas naus e de uma caravela, não se sabe como se chamavam os navios comandados por Cabral. Estima-se que a armada levasse mantimentos para cerca de dezoito meses.<ref>[https://brasilescola.uol.com.br/historiab/descobrimentobrasil.htm#:~:text=O%20dia%2022%20de%20abril,durante%20todo%20o%20s%C3%A9culo%20XV. Descobrimento do Brasil]</ref>
 
Aquela era a maior esquadra até então enviada para singrar o Atlântico: dez naus, três caravelas e uma naveta de mantimentos. Embora não se saiba o nome da nau capitânia, a nau sota-capitânia, capitaneada pelo vice-comandante da armada [[Sancho de Tovar]], se chamava ''El Rei''. A outra cujo nome permaneceu é a ''Anunciada'', comandada por [[Nuno Leitão da Cunha]]. Esta última pertencia a Dom Álvaro de Bragança, filho do duque de Bragança, e fora equipada com os recursos de Bartolomeu Marchionni e Girolamo (ou Jerônimo) Sernige, banqueiros florentinos que residiam em Lisboa e investiam no comércio de especiarias. As cartas que eles trocaram com seus sócios e acionistas italianos preservaram o nome do navio.