Diferenças entre edições de "Mumia Abu-Jamal"

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===Julgamento===
Jamal foi levado a julgamento em Junho de 1982 e condenado à morte em 3 de Julho. [[Sabo]] era já famoso como o “recordista” em número de condenações à morte (seis antigos promotores de Filadélfia declararam, sob juramento, que nenhum réu poderia esperar julgamento imparcial na Corte de Sabo). O júri só foi formado após a remoção de onze negros perfeitamente qualificados.
 
O advogado de defesa declarou publicamente que não havia entrevistado nenhuma das testemunhas, e que não estava preparado para o julgamento. Apesar disso, Sabo recusou a Jamal o direito de fazer sua própria defesa. Segundo a promotoria, Jamal teria confessado, no hospital, a autoria da morte de Faulkner, mas um relatório assinado pelo policial Gary Wakshul (que fez a guarda do réu), e não apresentado ao júri, diz que “o negro nada comentou”. Quando a defesa convocou Wakshul, a promotoria alegou que ele estava de férias e fora de alcance, e o juiz não aceitou esperar seu regresso; hoje se sabe que ele estava em casa.
 
===Condenação===
 
 
 
Seguiu-se uma complexa e árdua batalha judicial e política logo após a sua sentença de morte em julho de 1982. A dimensão do caso, levou a que várias entidades e personalidades clamassem por justiça, em sua defesa, tais como : [[Congresso Nacional Africano]], [[Amnistia Internacional]], [[Parlamento Europeu]], Ordem Nacional dos Advogados (dos Estados Unidos), Coalizão Nacional pela Abolição da Pena de Morte, [[Jacques Derrida]], [[Stephen Jay Gould]], [[Jesse Jackson]], [[Danielle Mitterrand]], [[Salman Rushdie]], arcebispo [[Desmond Tutu]], [[Elie Wiesel]].