Diferenças entre edições de "Gonçalo Ravasco Cavalcante e Albuquerque"

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'''Gonçalo Ravasco Cavalcante e Albuquerque'''.,{{nota Assimde figurarodapé|grafia seude nomeacordo nocom o [[Arquivo Histórico Ultramarino]] em [[Portugal]], mas diversos documentos o tratam por [[Gonçalo Ravasco Cavalcanti de Albuquerque.}} foi um historiador português. Era filho de [[Bernardo Vieira Ravasco]] e sobrinho do famoso jesuíta o [[Padre Antonio Vieira]].
 
Era filho de [[Bernardo Vieira Ravasco]] e sobrinho do famoso jesuíta o [[Padre Antonio Vieira]].
 
Quando o pai foi preso, acusado de cumplicidade - como o poeta satírico [[Gregório de Matos]], o ''Boca do Inferno'' - no assassinato do ''Braço de Prata'', Gonçalo tinha 24 anos. Fugiu do colégio dos jesuítas onde se tinha refugiado e embarcou para o [[Reino de Portugal]], defender a inocência da família, com a ajuda do tio o padre Antonio Vieira, que despachava cartas de raiva e indignação para correspondentes em [[Lisboa]].
Os dois textos poéticos do historiador «reportam o desempenho da sociedade colonial nas homenagens ao falecido rei de Portugal e à esposa de D. [[Rodrigo da Costa]], governador do Brasil (1702-1708). Esta última homenagem teria sido feita por encomenda da esposa de Gonçalo Ravasco, secretário do Estado do Brasil que, como Manuel Botelho, era colega de letras e outras aventuras de Rocha Pita e também arriscou-se na poesia - mas pouco publicou.
 
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