Teste de Ames: diferenças entre revisões

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Para o teste de Ames, são utilizadas cepas especiais de ''[[Salmonella]] typhimurium'' <ref>{{Citar livro |url=https://www.worldcat.org/oclc/48055706 |título=Biochemistry |ultimo=Berg, Jeremy M. (Jeremy Mark), 1958- |ultimo2=Stryer, Lubert. |ultimo3=Stryer, Lubert. |data=2002 |editora=W.H. Freeman |edicao=5th ed |local=New York |oclc=48055706}}</ref>''.'' A cepa de bactéria possui uma mutação que inativa a via de biossíntese de [[histidina]]. Como as bactérias são incapazes de produzir a própria histidina e sua única fonte é o ambiente, colônias desta cepa não crescem em meios com ausência do aminoácido, ao menos que haja uma mutação reversa que reestabeleça a via de biossíntese da histidina. Quaisquer mutações são mais comuns na presença de agentes mutagênicos, de modo que a mutação reversa é mais frequente na presença de agentes mutagênicos. Por isso, a cepa de ''Salmonella'' é cultivada em diferentes placas de Petri, em ausência de histidina, na presença de um potencial composto mutagênico. Quanto maior o número de colônias que cresceram, maior a frequência de mutações e mais mutagênico é o composto de interesse.
 
Extrato de fígado de mamífero podem ser adicionados ao meio de cultura para replicar os processos metabólicos dos seres humanos. Em mamíferos, enzimas hepáticas convertem certos compostos carcinogênicos inativos em sua forma ativa. Bactérias não possuem tais enzimas, de modo que, na ausência de extrato de fígado, alguns compostos de interesse podem não ser ativados e não serem convertidos em sua forma ativa e mutagênica. O extrato geralmente é obtido a partir do fígado de ratos e é denominado S9. {{referências}}
 
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