Diferenças entre edições de "Concordata entre a Santa Sé e Portugal de 1940"

O início das negociações remontam a 1926 quando após o [[Golpe de Estado de 28 de Maio de 1926|Golpe de Estado de 28 de Maio]] a Santa Sé declarou ter deixado de reconhecer o [[Padroado português]] como consequênica da declaração da República, dado que os poderes delegados pelo Papa, por via do Padroado, tinham-no sido no Rei de Portugal.{{sfn|REIS|2006|p=40}} Após negociações duras foi firmado o Acordo de 1928 (Pio XI) eliminando a diocese de Damão (o seu território passou para as arquidioceses de Goa - território português - e Bombaim - restante território - orientada por arcebispo alternadamente português e inglês) e atribuindo à Santa Sé a escolha definitiva dos responsáveis pelas Sés de Bombaim, Mangalor Quilon e Trichinópolis.{{sfn|REIS|2006|p=49}}
 
Com a subida de Salazar ao poder e após a implantação do [[Estado Novo (Portugal)|Estado Novo]], depoisem de1933 váriaso conversaçõesNúncio preliminaresApostólico, começou,Mons. noBeda verãoCardinale deabordou 1937,Salazar umno longosentido ede complexoser processo negocial, tendo em vista a criação denegociada um sistemaconcordata, bemmas definidoSalazar e estável das relações Estado-Igreja. Este processo culminouocupado com a assinaturaconsolidação dedo umaregime Concordata entre Portugal e a Santa Sé, no dia [[7usando de Maio]]expedientes devários [[1940]],foi queconseguindo viriaadiar oficializara asquestão relações entre as duas partesreligiosa.{{sfn|REIS|2006|p=60}}
 
Foi no verão de 1937 que começou formalmente um longo e complexo processo negocial, tendo em vista a criação de um sistema bem definido e estável das relações Estado-Igreja. Este processo culminou com a assinatura de uma Concordata entre Portugal e a Santa Sé, no dia [[7 de Maio]] de [[1940]], que viria oficializar as relações entre as duas partes.
 
Este [[tratado]] bilateral atribui um conjunto significativo de privilégios e benefícios para a Igreja Católica, a religião tradicional de Portugal.
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