Diferenças entre edições de "Girolamo Savonarola"

Tratar como suposta, já que não existem comprovações científicas que essas "visões" aconteceram, e nem que não aconteceram. A palavra suposta é coerente.
(Desfeita a edição 60164723 de Predow A inclusão da palavra "suposta" tornou o artigo menos neutro e mais opinativo.)
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(Tratar como suposta, já que não existem comprovações científicas que essas "visões" aconteceram, e nem que não aconteceram. A palavra suposta é coerente.)
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Savonarola veio de uma antiga e tradicional família de [[Ferrara]]. Devotou-se ao estudo da filosofia e medicina e em 1474, durante uma viagem a [[Faença|Faenza]], ouviu um sermão proferido por um padre agostiniano, que o fez resolver renunciar ao mundo, incorporando-se à ordem dominicana na [[Bolonha]] sem o conhecimento de seus pais.
 
Savonarola declarava-se um profeta, e escreveu sobre suas supostas visões em seu ''Compendium revelationum'', em que ele associava a corrupção do clero com um dilúvio de pecados e libertinagem e o rei [[Carlos VIII de França|Carlos VIII da França]] a um "novo [[Ciro II|Ciro]]". Quando a [[Guerras Italianas|França invadiu a Itália]] e ameaçou intervir em Florença em 1494, essas profecias pareceram se realizar e Savonarola conseguiu suporte público para afastar os [[Casa de Médici|Médici]] do poder e declarar Florença uma "república popular".
 
Em 1495, quando Florença recusou participar da [[Santa Liga]] junto ao Vaticano para se opôr à invasão francesa, Savonarola foi convocado a Roma pelo [[papa Alexandre VI]]. Savonarola recusou a convocação e prosseguiu a desafiar o papa, pregando sob uma proibição, declarando Florença uma nova [[Jerusalém]]: o novo centro do cristianismo no mundo, e começando uma campanha puritana que é lembrada especialmente em virtude das suas recorrentes "[[Fogueira das vaidades|fogueiras das vaidades]]". Nesses eventos, obras de arte, livros e outros objectos que eram considerados produtos da vaidade humana, luxo desnecessário ou de natureza imoral eram coletados e queimados publicamente. Obras de [[Ovídio]], Propertius, [[Dante Alighieri|Dante]], [[Giovanni Boccaccio|Boccaccio]], [[Sandro Botticelli|Botticelli]] e [[Lorenzo di Credi]], entre outros, foram queimadas nesses eventos, que por sua vez não passaram despercebidos pelo Vaticano. Em retaliação, o papa excomungou Savonarola em maio de 1497, e ameaçou uma interdição em Florença.
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