Diferenças entre edições de "Concordata entre a Santa Sé e Portugal de 1940"

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{{Quote|''“Diga aos católicos que o meu sacrifício (entrada no Governo) me dá o direito de esperar deles que sejam de entre todos os portugueses os primeiros a fazer os sacrifícios que eu lhes peço,e os últimos a pedir os favores que eu lhes não posso fazer.”''|António de Oliveira Salazar, Novidades,27.4.1928.{{nota de rodapé|Nesse artigo de elogio à escolha de Salazar para ministro das finanças, informa o editorialista que pediu “algumas palavras” a Salazar que respondeu que “era ainda cedo para dar entrevistas. Pedimos então ao menos uma frase para os leitores dos Novidades que tanto apreciaram os seus brilhantes artigos.” E foi então que Salazar “ditou” as palavras citadas.{{sfn|REIS|2000|p=187}}}}}}
 
A questão religiosa voltou a agitar a vida política Portuguesa quando em Junho de 1929 [[Mário de Figueiredo]], Ministro da Justiça e dos Cultos, publicou a célebre Portaria n.º 6259 que permitia manifestações públicas do culto católico, com procissões e toques de sinos (a realização de procissões religiosas e o toque de sinos nas igrejas tinham sido limitados pela república em 1911). O ministro da guerra Júlio Morais Sarmento comandou protestos anticlericais e a portaria foi anulada em Conselho de Ministros. Indignado, Figueiredo comunica a Salazar a sua intenção de se demitir e Salazar diz-lhe que embora não concorde com ele, caso Figueiredo se demita, então ele, Salazar, solidariamente, também apresentará a sua demissão. Figueiredo demitiu-se e no dia 3 de Julho e Salazar entregou de imediato o seu pedido de Exoneração a Carmona no qual alegou que enquanto Ministro das Finanças nunca procurara «melhorar a situação legal dos católicos», mas que por outro lado não podria aceitar ver direitos já concedidos aos católicos por leis ou governos serem violados . No dia seguinte Carmona visitou Salazar, que se encontrava hospitalizado, e tentou demovê-lo da sua intenção de se demitir. O episódio terminou com um novo governo, presidido por [[Artur Ivens Ferraz|Ivens Ferraz]], com Salazar a continuar na pasta das finanças.<ref>{{cite book |last= Meneses|first=Filipe |year=2009 |title=Salazar: A Political Biography|url=https://books.google.com/books?id=hewsI4PU6sMC |publisher= Enigma Books; 1 edition|page=64|isbn= 978-1929631902}}</ref><ref>Carvalho, Rita & Araújo, António. (2005). A Voz dos Sinos: O «Diário» de Mário de Figueiredo sobre a Crise Política de 1929. Estudos. Revista do Centro Académico de Democracia Cristã. NS. 459-489.</ref>
 
==Negociação e assinatura==
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