Diferenças entre edições de "Madame du Barry"

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| mãe = Anne Bécu de Cantigny
}}
'''Jeanne Bécu''', mais conhecida como '''''Madame du Barry''''' {{nota de rodapé|{{nota linguística|Segundo a regra comum, a partícula "''du''" deveria estar com inicial em maiúsculo, segundo entendimento corrente.<ref>{{citar web|URL=https://blogs.correiobraziliense.com.br/dad/particulas-de-nomes-estrangeiros-grafia/ |título=Partículas de nomes estrangeiros |autor=Dad Squarisi |data=10/8/2018 |publicado=Correio Braziliense |acessodata=7/1/2021 |arquivodata=7/1/2021 |arquivourl=https://archive.vn/mXRam}}</ref> Aqui, entretanto, por vários motivos e seguindo várias citações, preferiu-se pelo uso da partícula em minúsculo, como no original francófono.}}}}, e ainda '''Mademoiselle de Vaubernier''' ou '''Mademoiselle Lange''', e após seu casamento como '''condessa du Barry''' ([[Vaucouleurs (Meuse)|Vaucouleurs]], [[19 de agosto]] de [[1743]] – [[Paris]], [[8 de dezembro]] de [[1793]]) foi uma [[cortesã]] [[França|francesa]]; de origem humilde, tornou-se [[amante]] do rei [[Luís XV de França]]. Morreu(de na1768 [[guilhotina]]a durante1774), o períodoque dolhe [[Terroralçou (Revoluçãoà Francesa)|Terror]]riqueza dae à nobreza, tornando-se uma das principais [[Revolução Francesamecenato|mecenas]] de sua época.
 
Morreu na [[guilhotina]] durante o período do [[Terror (Revolução Francesa)|Terror]] da [[Revolução Francesa]], quando contava cinquenta anos de idade.<ref name=anedota>{{citar periódico|periódico=A Defesa Nacional (jul-ago)|título=Perspectiva histórica da Revolução Francesa |número=744 |página=pp. 67-68 |URL=http://ebrevistas.eb.mil.br/ADN/article/view/5507/4753|autor=Paulo Zingg |ano=1989 |publicado=Exército do Brasil |acessodata=7/1/2021 |arquivodata=7/1/2021 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20210107210004/http://ebrevistas.eb.mil.br/ADN/article/view/5507/4753 |citacao=Nesse texto o autor, Paulo Zingg, afirma ter Du Barry "oitenta anos de idade", o que é inverídico.}}</ref>
 
== Juventude ==
Em [[1789]], eclodiu a [[Revolução Francesa]] e, durante as convulsões que agitaram o país, Madame du Barry não hesitou em cuidar igualmente de [[República|republicanos]] e [[Monarquia|monárquicos]], pelo que recebeu uma carta de gratidão da sua velha inimiga Maria Antonieta. Suspeita aos olhos dos republicanos pelo seu passado, manifesta-se partidária das mudanças políticas. Sincera ou não, o facto é que ninguém a incomodou.
 
Em [[1791]], parte de sua valiosíssima colecçãocoleção de joias, guardada em Louveciennes, foi roubada. Talvez sem se aperceber do perigo em que incorre, move mundos e fundos para as recuperar, ordena a abertura de um inquérito, promete generosas recompensas, fazendo assim alarde da sua imensa fortuna. Finalmente, as joias aparecem em [[Londres]], para onde empreende diversas viagens.<ref name=buzzle/> Ora esta cidade era um dos locais de refúgio dos “contra-revolucionários” e, na sua busca de informações, entra em contacto com alguns dos expatriados. Em Janeiro de [[1793]], encontrando-se um Londres, ao receber a notícia da execução de Luís XVI, veste-se de luto, o que não passa despercebido aos espiões franceses. Todas as suas acções, todas as suas relações são agora consideradas suspeitas, e a sua fortuna, a sua antiga condição de ''maîtresse du roi'', o facto de o seu amante, o Duque de Brissac, ter sido brutalmente assassinado nos [[Revolução Francesa|Massacres de Setembro]] de [[1792]], enfim, tudo joga em seu desfavor tornando-a um alvo de eleição para os revolucionários.
 
Estando na segurança em Londres, onde fora bem recebida pela aristocracia local, por motivos ignorados decide retornar à França a despeito dos muitos avisos sobre o perigo de empreender tal retorno; ao retornar em [[1793]], é levada ao cárcere ficando na mesma cela em que ficara [[Grace Elliott]].<ref name=buzzle/>
Em [[1793]], é acusada de conspirar contra o novo regime e, após um longo processo – cuja sentença estava decidida à partida - foi declarada inimiga da revolução e condenada à [[pena de morte]].
 
Em [[1793]], é acusadaAcusada de conspirar contra o novo regime e, após um longo processo – cuja sentença estava decidida à partida - foi declarada inimiga da revolução e condenada à [[pena de morte]].
No dia 8 de dezembro de 1793, aos 50 anos de idade, Madame du Barry foi [[guilhotina]]da. O seu comportamento no [[Patíbulo|cadafalso]] indiciou um carácter fraco e pusilânime. Chegou ao ponto de denunciar várias pessoas, condenando-as assim a uma sorte igual à sua, e tentou comprar o carrasco revelando-lhe os locais onde estavam escondidas as joias que ainda lhe restavam. As suas últimas e pouco dignas palavras foram: «De grâce, monsieur le bourreau, encore un petit moment!» - ''Por quem sois, senhor carrasco, só mais um momentinho!''
 
No dia 8 de dezembro de 1793, aos 50 anos de idade, Madame du Barry foi [[guilhotina]]da. Do episódio conta-se que, já sendo praticamente desconhecida, fora levada ao cadafalso, junto a outros condenados, com a turba a gritar atrás "morte a Du Barry"; ao ver passar o cortejo uma criança perguntara à mãe quem seria essa "Du Barry" da qual nunca ouvira falar e a mãe, ignorando o passado devasso da condenada, respondera-lhe: "É uma religiosa, é uma abadessa...".<ref name=anedota/>
 
No dia 8 de dezembro de 1793, aos 50 anos de idade, Madame du Barry foi [[guilhotina]]da. O seu comportamento no [[Patíbulo|cadafalso]] indiciou um carácter fraco e pusilânime. Chegou ao ponto de denunciar várias pessoas, condenando-as assim a uma sorte igual à sua, e tentou comprar o carrasco revelando-lhe os locais onde estavam escondidas as joias que ainda lhe restavam. As suas últimas e pouco dignas palavras foram: «De"''Encore grâceun moment, monsieur le bourreau, encore un petit moment!»''" - ''PorEspere quemum soismomento, senhor carrasco, só mais um momentinho!'', em livre tradução.<ref name=buzzle>{{citar web|URL=http://www.buzzle.com/articles/french-revolution-madame-du-barry-princess-de-lamballe.html |título=The French Revolution - Madame Du Barry and Princess de Lamballe |autor=Sonal Panse |data=15/11/2006 |publicado=Buzzle |acessodata=7/1/2021 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20070524044427/http://www.buzzle.com/articles/french-revolution-madame-du-barry-princess-de-lamballe.html |arquivodata=24/5/2007 |urlmorta=sim}}</ref>
 
==Representações artísticas ==
===Cinema ===
*''[[Madame du Barry (1919)|Madame du Barry]]'', filme mudo alemão de 1919 do diretor [[Ernst Lubitsch]].<ref>{{citar web|URL=http://www.ufjf.br/facom/files/2013/05/O-esoterismo-no-Expressionismo-Alem%C3%A3o.pdf |título=O Esoterismo no Expressionismo Alemão: a obra de F. W. Murnau |autor=Thauan de Assis Monteiro |ano=2012 |publicado=Universidade Federal de Juiz de Fora |acessodata=7/1/2021 |arquivodata=8/11/2018 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20181108213709/http://www.ufjf.br/facom/files/2013/05/O-esoterismo-no-Expressionismo-Alem%C3%A3o.pdf |citacao=Nesse estudo o autor errou o rei francês que fora amante de Du Barry, colocando Luís XIV ao invés de Luís XV.}}</ref>
 
{{Notas}}
{{Referências|col=2}}
{{Commonscat|Madame du Barry}}
 
{{Revolução Francesa}}
 
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