Diferenças entre edições de "Pandemia de COVID-19 no Brasil"

+expansão
(→‎Pandemia de COVID-19 no Brasil: Adicionou ligações, adição de fato noticioso e conteúdo recente)
Etiquetas: Edição via dispositivo móvel Edição via aplic. móvel Edição via aplic. Android
(+expansão)
No dia 4 de junho de 2020, o número de mortes da pandemia no Brasil superou a [[pandemia de COVID-19 na Itália|pandemia na Itália]], ficando abaixo dos [[Estados Unidos]] e [[Reino Unido]].<ref>{{citar web|url=https://brasil.elpais.com/brasil/2020-06-05/coronavirus-mata-34000-no-brasil-e-so-ha-sinais-de-estabilizacao-no-ceara-pernambuco-e-espirito-santo.html|publicado=El Pais|titulo=Brasil supera a Itália em mortos pelo coronavírus e só vê sinais de estabilização da doença em 3 Estados|data=4 de junho de 2020|acessodata=10 de junho de 2020}}</ref>
 
Em 12 de junho de 2020, o país superou o [[Reino Unido]], e tornou-se o segundo país com mais mortes causadas pela COVID-19.<ref>{{citar web|url=https://istoe.com.br/brasil-passa-reino-unido-e-se-torna-2o-pais-do-mundo-em-total-de-mortos/|publicado=IstoÉ|titulo=Brasil passa Reino Unido e se torna 2º país do mundo em total de mortos|data=12 de junho de 2020|acessodata=19 de junho de 2020}}</ref> No dia 20 de junho de 2020, o país superou cinquenta mil mortes pela doença.<ref>{{citar web|url=https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/06/20/brasil-passa-de-50-mil-mortes-por-coronavirus-mostra-consorcio-de-veiculos-de-imprensa-sao-964-em-24-horas.ghtml|publicado=Globo|obra=G1|titulo=Brasil passa de 50 mil mortes por coronavírus, mostra consórcio de veículos de imprensa|data=20 de junho de 2020|acessodata=21 de junho de 2020}}</ref> No dia 8 de agosto de 2020, o país superou 100 mil mortes,<ref>{{citar web|url=https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/08/08/brasil-supera-100-mil-mortes-por-covid-19-segundo-consorcio-de-veiculos-de-imprensa.ghtml|publicado=Globo|obra=G1|titulo=Brasil supera 100 mil mortes por Covid-19, segundo consórcio de veículos de imprensa|data=8 de agosto de 2020|acessodata=14 de janeiro de 2021}}</ref> em 7 de janeiro de 2021, superou 200 mil mortes pela doença.<ref>{{citar web|url=https://www.band.uol.com.br/noticias/brasil-supera-a-marca-de-200-mil-mortes-por-covid-19-16320835|publicado=Uol|obra=Band|titulo=Brasil supera a marca de 200 mil mortes por Covid-19|autor=BandnewsFM|data=7 de janeiro de 2020|acessodata=14 de janeiro de 2020}}</ref>
 
==== Aumento no estado de São Paulo ====
No dia 25 de maio, a [[Organização Mundial da Saúde]] (OMS), suspendeu os usos e testes da cloroquina e da hidroxicloroquina após a revista científica [[The Lancet]] publicar um estudo com 96 mil pessoas apontando que o uso dos medicamentos aumentava o risco de morte dos pacientes. No entanto, o Ministério da Saúde manteve protocolo do amplo uso uso das drogas para casos, inclusive leves. A secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Mayra Pinheiro, afirmou que o estudo carecia de "metodologia aceitável".<ref>{{Citar web|titulo=Ministério da Saúde mantém indicação de cloroquina após OMS suspender uso|url=https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/05/25/saude-mantem-indicacao-para-uso-de-cloroquina-e-hidroxicloroquina-no-tratamento-da-covid-19.ghtml|obra=G1|acessodata=2020-05-26}}</ref>
 
Em 099 de dezembro de 2020 a SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) publicou o documento "ATUALIZAÇÕES E RECOMENDAÇÕES SOBRE A COVID-19 Elaborado em 09/12/2020"<ref>{{Citar web|titulo=ATUALIZAÇÕES E RECOMENDAÇÕES SOBRE A COVID-19 Elaborado em 09/12/2020|url=https://infectologia.org.br/wp-content/uploads/2020/12/atualizacoes-e-recomendacoes-covid-19.pdf}}</ref> Nesta publicação, àa SBI não recomenda o tratamento farmacológico precoce com qualquer medicamento (cloroquina, hidroxicloroquina, ivermectina, azitromicina, nitazoxanida, corticoide, zinco, vitaminas, anticoagulante, ozônio por via retal, dióxido de cloro) porque os estudos clínicos randomizados com grupo controle existentes até o momento não mostraram benefício e, além disso, alguns destes medicamentos podem causar efeitos colaterais. Ou seja, segundo essa publicação não existe comprovação científica de que esses medicamentos sejam eficazes contra a COVD-19. No mesmo dia o Ministério Publico Federal, através do Procurador da República em Goiás, Ailton Benedito de Souza, no âmbito do inquérito cível nº 1.18.000.000947/2020-82, solicitou informações a SBI sobre tal publicação e que a SBI informasse os estudos científicos que embasam sua recomendação. Solicitou ainda que a SBI informasse se tem conhecimento da Nota Técnica do Ministério da Saúde <ref>{{Citar web|titulo=NOTA INFORMATIVA Nº 17/2020- SE/GAB/SE/MS |url=http://antigo.saude.gov.br/images/pdf/2020/August/12/COVID-11ago2020-17h16.pdf}}</ref> que orienta sobre ao manuseio medicamentoso precoce no tratamento da COVID-19 e em caso positivo esclarecer se os estudos científicos que embasam a nota técnica não tem valor científico para a SBI.
 
Em 14 de dezembro de 2020 a SBI responderespondeu ao [[Ministério Publico Federal]] em um documento com 43 páginas <ref>{{Citar web|titulo=Resposta ao Ofício no 5422/2020/MPF/PRGO/3oONTC |url=http://www.mpf.mp.br/go/sala-de-imprensa/docs/SBI%20-%20Oficio%20MPF-GO%2014-11.pdf}}</ref> contendo todos os esclarecimentos solicitados. No tocante às referências científicas da Nota Técnica do Ministério da Saúde, a SBI faz uma análise detalhada das 93 referências e demonstra que nenhuma delas utiliza estudos randomizados em humanos (padrão ouro), 33 citações consiste de publicações que não avaliam a eficácia clínica de tratamento medicamentoso em pacientes com COVID-19, outros consistem de ''pré-prints'' (artigos pré-impresso) e em alguns casos foram inclusive retirados, além de opinião de especialistas, entre outros com baixo nível de evidência.<ref>{{Citar web|titulo=Sociedade de infectologia envia a procurador bolsonarista 44 estudos sobre ineficácia de remédios contra Covid-19 |url=https://oglobo.globo.com/sociedade/sociedade-de-infectologia-envia-procurador-bolsonarista-44-estudos-sobre-ineficacia-de-remedios-contra-covid-19-24805039 }}</ref>
 
Em janeiro de 2021 o Ministério da Saúde publica em seu site a notícia de que o ''The American Journal of Medicine'' publicou um estudo que comprova a eficácia do tratamento precoce para COVID-19.<ref>{{citar web |ultimo= |primeiro= |url=https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/the-american-journal-of-medicine-defende-tratamento-preventivo-para-covid |titulo=The American Journal of Medicine defende tratamento preventivo para COVID |data=02 de janeiro de 2021 |acessodata=09 de janeiro de 2021 |publicado=Ministério da Saúde}}</ref> Embora a notícia cita o jornal como sendo de renome mundial, o mesmo encontra-se classificado na posição 928º no ''ranking'' dos periódicos de medicina da Scimago enquanto o ''New England Journal of Medicine'', que publicou um dos primeiros artigos mostrando que o tratamento precoce com hidroxicloroquina é inútil, está na oitava posição no mesmo ''ranking''.<ref>{{citar web |ultimo=Baima |primeiro=Cesar |url=https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2021/01/06/ministerio-da-saude-comeca-ano-disseminando-desinformacao-sobre-covid-19 |titulo=Ministério da Saúde abre 2021 empurrando cloroquina e desinformação |data=06 de janeiro de 2021 |acessodata=09 de janeiro de 2021 |publicado=Instituto Questão de Ciência}}</ref>
 
==== Ministério da Justiça ====