Diferenças entre edições de "Navio-almirante"

Inclusão de tópico
(Inclusão de tópico)
Etiquetas: Editor Visual Inserção do elemento "nowiki", possivelmente errônea
[[Imagem:HMS Victory 1884.jpg|thumb|270px|[[HMS Victory|HMS ''Victory'']], um navio utilizado como navio-almirante pela [[Marinha Real Britânica]].]]
'''Navio-almirante''', '''navio-chefe''' ou '''capitânia''' ou '''capitania''' é o navio de esquadra tripulado por um [[comandante]] como outro navio de igual tamanho ou categoria de esquadra, porém o que o distingue dos demais é que a bordo se encontra o oficial general ou o comandante geral de operações navais e que lidera uma [[esquadra naval|esquadra]] ou divisão de combate individual, pelas próprias forças de frota, uma vez que sempre se encontra acompanhado de outros navios de apoio logístico, avisos e de combate. Geralmente o Navio - almirante detém uma flâmula estreita e comprida de nome "Galhardete", que o distingue como comando - geral ou general - de - operações - navais. No caso do navio [[HMS Victory|HMS ''Victory]], da [[Marinha Real Britânica]], além das salas de comando e da tripulação do navio, havia também lugares para abrigar reuniões de cúpula e do comando general de operações de [[Horatio Nelson|Lord Nelson]], o Victory, vencedor de [[Batalha de Trafalgar|Trafalgar]]; onde pode-se observar o [[galhardete]] da responsabilidade de Nelson na [[popa]] do navio.<ref>{{citar web |último=Berdahl |primeiro=Robert |url=http://cio.chance.berkeley.edu/chancellor/sp/flagship.htm |título=The Future of Flagship Universities |data=8 de outubro de 1998 |acessodata=11 de outubro de 2015 |publicado=University of California, Berkeley |arquivourl=https://www.webcitation.org/5wJUI60xL?url=http://cio.chance.berkeley.edu/chancellor/sp/flagship.htm# |arquivodata=7 de fevereiro de 2011 |urlmorta=yes}}</ref>
Geralmente o Navio - almirante detém uma flâmula estreita e comprida de nome "Galhardete", que o distingue como comando - geral ou general - de - operações - navais. No caso do navio [[HMS Victory|HMS ''Victory]], da [[Marinha Real Britânica]], além das salas de comando e da tripulação do navio, havia também lugares para abrigar reuniões de cúpula e do comando general de operações de [[Horatio Nelson|Lord Nelson]], o Victory, vencedor de [[Batalha de Trafalgar|Trafalgar]]; onde pode-se observar o [[galhardete]] da responsabilidade de Nelson na [[popa]] do navio.<ref>{{citar web|url=http://cio.chance.berkeley.edu/chancellor/sp/flagship.htm|data=8 de outubro de 1998|título=The Future of Flagship Universities|último=Berdahl|primeiro=Robert|autorlink=Robert M. Berdahl|acessodata=11 de outubro de 2015|publicado=[[University of California, Berkeley]]|arquivourl=https://www.webcitation.org/5wJUI60xL?url=http://cio.chance.berkeley.edu/chancellor/sp/flagship.htm#|arquivodata=7 de fevereiro de 2011|urlmorta=yes}}</ref>
 
== Uso naval ==
{{referências}}
No uso naval comum, o termo ''capitânia'' é fundamentalmente uma designação temporária; a nau capitânia está onde quer que a bandeira do [[almirante]] esteja sendo hasteada. No entanto, os almirantes sempre precisaram de instalações adicionais, incluindo uma sala de reuniões grande o suficiente para acomodar todos os capitães da frota e um local para a equipe do almirante fazer planos e redigir ordens. Historicamente, apenas navios maiores podiam acomodar tais requisitos.
 
O termo também foi usado por frotas comerciais, quando a distinção entre a marinha de uma nação e a frota mercante não era clara. Um exemplo foi o ''Sea Venture'', nau capitânia da frota da Virginia Company, que era capitaneada pelo vice-almirante da Marinha Real [[Christopher Newport]] e ainda carregava o almirante da Marinha Mercante da frota da empresa, Sir George Somers, durante o malfadado Terceiro Abastecimento de 1609.
 
Na era dos navios à vela , a nau capitânia era tipicamente de primeira classe ; a popa de um dos três conveses se tornaria os aposentos e os escritórios do almirante. Isso pode ser visto no HMS ''Victory'', a nau capitânia do [[Almirante Nelson]] na [[Batalha de Trafalgar]] em 1805, ainda servindo à Marinha Real como a nau capitânia cerimonial do Primeiro Lorde do Mar de Portsmouth, [[Inglaterra]]. No entanto, as primeiras taxas poderiam servir como navios-bandeira: USS ''Constitution'', uma fragata (um quinto nível), serviu como navio-almirante para partes da [[Marinha dos Estados Unidos]] durante o início do [[século XIX]].
 
No século 20, os navios tornaram-se grandes o suficiente para que os tipos maiores, cruzadores e superiores, pudessem acomodar um comandante e estado-maior. Alguns navios maiores podem ter uma ponte de bandeira separada para uso do almirante e sua equipe enquanto o capitão comanda da ponte de navegação principal. Como sua função principal é coordenar uma frota, uma nau capitânia não é necessariamente mais armada ou blindada do que outras naves. Durante a [[Segunda Guerra Mundial|Segunda Guerra Mundia]]<nowiki/>l, os almirantes muitas vezes preferiam um navio mais rápido ao maior.
 
As naves capitanias modernas são projetadas principalmente para comando e controle, e não para lutar, e também são conhecidas como navios de comando.{{referências}}
 
{{mínimo}}