Diferenças entre edições de "Eduardo Rodrigues da Costa"

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[[Ficheiro:Companhia Nacional de Conservas (1888).jpg|miniaturadaimagem|''Título de uma obrigação'', da Companhia Nacional de Conservas, figurando como proprietário Eduardo Rodrigues da Costa (1888).]]
Eduardo Rodrigues da Costa era filho de [[José Inácio da Costa]] (1836-1896), [[Filantropia|filantropo]], benfeitor, [[industrial]] e [[proprietário]]&nbsp;[[republicano]]&nbsp;da sociedade [[Lisboa|lisboeta]] e [[Sintra|sintrense]] do&nbsp;[[século XIX]], natural de&nbsp;[[Colares]], vila onde nasceu e faleceu e que muito estimava, tendo sido um dos seus maiores beneméritos, possuidor de uma grande fortuna, vários imóveis e indústrias, e de sua mulher, Ana Paula da Conceição Costa (1837-1908).<ref>{{Citar web|url=http://riodasmacas.blogspot.pt/2007/11/vila-costa-em-colares.html|titulo=ViIla Costa em Colares|acessodata=2017-08-05|obra=riodasmacas.blogspot.pt}}</ref> Cresceu entre [[Lisboa]] e [[Colares (Sintra)|Colares]], na ''Villa Costa'', juntamente com seu irmão mais novo, José Inácio Paulo da Costa (1862-1912).
 
Eduardo foi um grande benemérito da vila de [[Colares (Sintra)|Colares]], sócio da Real Associação de [[Bombeiro|Bombeiros]] Voluntários da [[Ajuda (Lisboa)|Ajuda]] e membro deste corpo (da qual era Comandante o Infante&nbsp;[[Afonso de Bragança, Duque do Porto|Dom Afonso de Bragança, Duque do Porto]], seu amigo pessoal, conhecido por seus amigos como ''O Arreda'', devido à paixão pelos veículos motorizados e pela velocidade com que conduzia pelas ruas de Lisboa), a Eduardo ficou incumbida a chefia da nova esquadra de Colares, sendo nomeado Comandante da Associação dos Bombeiros Voluntários de Colares, iniciando-se assim uma caminhada de distintos serviços à comunidade desta vila, terra natal de seu pai, pelos quais foi condecorado.<ref>{{Citar web|url=http://www.aminhasintra.net/sintraclopedia/bombeiros-voluntarios-de-colares1|titulo=Bombeiros Voluntários de Colares|acessodata=2017-08-05|obra=www.aminhasintra.net|ultimo=Cardoso|primeiro=Luís|lingua=pt-pt}}</ref> A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Colares remonta ao dia [[9 de março]] de [[1890]], sendo, por essa razão, a mais antiga corporação de bombeiros do concelho de Sintra. Foi também proprietário da Companhia Nacional de Conservas, entre outras [[Indústria conserveira|indústrias conserveiras]], passada para seu nome por seu pai, ainda em vida.
 
== Família e descendência ==
Casou a [[4 de maio]] de [[1881]], aos 20 anos, na Igreja Paroquial de [[Santos-o-Velho]], em [[Lisboa]], com Matilde Emília de Sales ([[Sacramento (Lisboa)|Sacramento]], [[Lisboa]], [[7 de agosto]] de [[1861]] - [[São Sebastião da Pedreira]], [[Lisboa]], [[2 de fevereiro]] de [[1927]]), filha do major do Exército Ricardo António de Sales (1820-1892) e de Maria Constância da Silva Sales (1819-1897), de [[Lisboa]].<ref>{{Citar web |url=https://digitarq.arquivos.pt/viewer?id=4818613 |titulo=PT-ADLSB-PRQ-PLSB37-002-C30_m0296.TIF - Livro de registo de casamentos - Arquivo Nacional da Torre do Tombo - DigitArq |acessodata=2021-01-16 |website=digitarq.arquivos.pt}}</ref>
 
Deste matrimónio nasceram:
* '''Ema Georgina Sales Costa''' ([[Santos-o-Velho]], [[Lisboa]], 15 de janeiro de 1882 - [[São Sebastião da Pedreira]], [[Lisboa]], 25 de dezembro de 1952), que casou com [[António Damas Mora]] (1879-1949), médico e administrador colonial, com geração;<ref>{{Citar web |url=https://digitarq.arquivos.pt/viewer?id=5931509 |titulo=PT-ADLSB-PRQ-PLSB50-002-C31_m0001.tif - Livro de registo de casamentos - Arquivo Nacional da Torre do Tombo - DigitArq |acessodata=2021-01-16 |website=digitarq.arquivos.pt}}</ref>
* '''Raul Leão Sales Costa''' ([[Santos-o-Velho]], [[Lisboa]], 12 de fevereiro de 1883 - [[Brasil]], ?), que casou com Maria Vitória Vilaça de Sousa (1887-?), neta de [[Teodolinda Amália da Veiga|Teodolinda Amélia Leça da Veiga Vilaça]], escritora, sem geração (divórcio);<ref>{{Citar web |url=https://digitarq.arquivos.pt/viewer?id=5931508 |titulo=PT-ADLSB-PRQ-PLSB50-002-C30_m0001.tif - Livro de registo de casamentos - Arquivo Nacional da Torre do Tombo - DigitArq |acessodata=2021-01-16 |website=digitarq.arquivos.pt}}</ref>
*'''Eduardo Rodrigues da Costa Júnior''' ([[Santos-o-Velho]], [[Lisboa]], 26 de junho de 1884 - [[Benfica (Lisboa)|Benfica]], [[Lisboa]], 5 de novembro de 1963), [[Funcionário Público|funcionário público]], que casou com Ema Santos (1885-1981), com geração;
* '''Américo Sales Costa''' ([[Colares (Sintra)|Colares]], [[Sintra]], 16 de agosto de 1887 - [[Uíge]], [[Angola]], 1962), chefe de posto em Angola, que casou com Maria Carolina Barreto Borges (1890-1948), com geração (divórcio); casou em segundas núpcias, em [[Angola]], com Cândida Pires Sousa Cunha (1905-1998), com geração;<ref>{{Citar web |url=https://digitarq.arquivos.pt/viewer?id=5931514 |titulo=PT-ADLSB-PRQ-PLSB50-002-C34_m0001.tif - Livro de registo de casamentos - Arquivo Nacional da Torre do Tombo - DigitArq |acessodata=2021-01-16 |website=digitarq.arquivos.pt}}</ref>
* '''Rodolfo Sales Costa''' ([[Santos-o-Velho]], [[Lisboa]], 13 de novembro de 1890 - [[Pena (Lisboa)|Pena]], [[Lisboa]], 30 de março de 1892).
 
== Referências ==
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