Diferenças entre edições de "Mílon de Crotona"

m (Substituição de predefinições obsoletas)
Se conta que um dia, passeando por um bosque, encontrou uma árvore parcialmente derrubada pelos lenhadores que haviam posto uma cunha em uma rachadura.<ref name="pausanias.6.14.8">[[Pausânias (geógrafo)]], ''[[Descrição da Grécia]]'', 6.14.8</ref> Querendo partir a árvore com suas mãos, removeu a cunha, quando então as partes do tronco se uniram deixando presas suas mãos e assim foi devorado por lobos selvagens.<ref name="pausanias.6.14.8" />
 
=== CuriosidadeCuriosidades ===
Sobre o lendário episódio do boi sobre suas costas, é relatado que colocou o animal desde pequeno, seguida e metodicamente, repetindo os movimentos que faria, e a medida que o animal crescia, contava que suas força crescesse proporcionalmente. É uma das descrições mais antigas de um treinamento com cargas crescentes, ou (princípio da sobrecarga), a base do treinamento com pesos na (musculação), no (fisiculturismo) e do (halterofilismo), meios nos quais sua figura tornou-se, ainda que lendária e simbólica, exemplo de princípios, método e persistência.
 
Sua estátua em Olímpia, feita por "Dameas" de Crotona, ainda existeexistia na época de ([[Pausânias (geógrafo)|Pausânias]]).<ref name="pausanias.6.14.5" /> Além de diversas representações na pintura e na escultura, Milon é citado por ([[François Rabelais)]] quando faz comparações da força de seu personagem (Gargântua) e por ([[William Shakespeare)]] no 2° ato de ([[Troilus and Cressida|Tróilo e Créssida]]).
 
=== Ver também ===