Diferenças entre edições de "Pará (monitor)"

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|nome = ''Pará''
|carreira = {{flagcountry|Império do Brasil}}
|imagem = Passagem de Humaytá effectuada, na noite de 19 de Fevereiro de 1868, pelos encouraçados Barroso, Bahia e Tamandaré, levando a reboque os monitores Rio Grande, Alagoas e Pará.jpg|250px
|legenda = [[Passagem de Humaitá]], efetuada na noite de [[19 de fevereiro]] de [[1868]] pelos encouraçados [[Encouraçado Barroso|''Barroso'']], [[Monitor Encouraçado Bahia|''Bahia'']] e [[Encouraçado Tamandaré|''Tamandaré'']], levando a reboque os monitores [[Rio Grande (monitor)|''Rio Grande'']], [[Alagoas (monitor)|''Alagoas'']] e ''Pará'' ([[Angelo Agostini]], ''A Vida Fluminense'', [[1868]]).
|operador = [[Armada Imperial Brasileira]]
|fabricante = [[Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro|Arsenal de Marinha da Corte]], [[Rio de Janeiro]]
 
== Serviço ==
 
[[Ficheiro:Passagem de Humaitá.jpg|thumb|250px|[[Passagem de Humaitá]]: momento em que o [[Monitor Encouraçado Bahia|couraçado ''Bahia'']] transpunha as amarras, seguido pelo terceiro par, o [[Encouraçado Tamandaré|''Tamandaré'']] e ''Pará'' ([[aquarela]] do Almirante [[Trajano Augusto de Carvalho]]).]]
 
O [[batimento de quilha]] do ''Pará'' deu-se no [[Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro|Arsenal de Marinha da Corte]] no [[Rio de Janeiro]], no dia 8 de dezembro de 1866, durante a Guerra do Paraguai, que viu a [[Argentina]] e o Brasil aliarem-se contra o [[Paraguai]]. O navio foi lançado no dia 21 de maio de 1867 e concluído em 15 de junho de 1867. Ele foi rebocado para o [[Rio da Prata|Río da Prata]] no dia 20 de junho de 1867 e subiu o [[rio Paraná]] através dos seus próprios meios, embora a sua passagem mais a norte tenha sido bloqueada pelas fortificações paraguaias em [[Fortaleza de Humaitá|Humaitá]]. No dia 19 de fevereiro de 1868, seis couraçados brasileiros, incluindo o ''Pará'', [[Passagem de Humaitá|passaram por Humaitá]] à noite. O ''Pará'' e os seus dois navios irmãos, os monitores ''[[Alagoas (monitor)|Alagoas]]'' e ''[[Rio Grande (monitor)|Rio Grande]]'', foram amarrados aos couraçados maiores para o caso de algum motor deles ficar inoperacional pelos canhões paraguaios. O encouraçado ''[[Barroso (encouraçado)|Barroso]]'' liderou com o ''Rio Grande'', seguido pelo [[Bahia (monitor)|''Bahia'']] com o ''Alagoas'' e ''[[Tamandaré (encouraçado)|Tamandaré]]'' com o ''Pará''. O monitor teve que ser encalhado após passar pela fortaleza para evitar que se afundasse.{{Sfn|Gratz|1999|pp=149-150}}