Diferenças entre edições de "Muro de Berlim"

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Como era o caso da fronteira interna da Alemanha, uma faixa não fortificada do território oriental foi deixada do lado de fora do muro.<ref name="auto">{{citar livro|url=https://books.google.com/books?id=QbfvCwAAQBAJ&pg=PT61&dq=berlin+wall+outside+maintenance#v=onepage&q=berlin+wall+outside+maintenance|título=The Berlin Wall and the Intra-German Border 1961–89|primeiro =Gordon L.|último =Rottman|data=2012|publicado=Bloomsbury Publishing|via=Google Books|isbn=9781782005087}}</ref> Essa faixa externa era usada pelos trabalhadores para pintar por cima das pichações e realizar outras manutenções do lado de fora do muro.<ref name="auto"/> Ao contrário da fronteira interna da Alemanha, no entanto, a faixa externa usualmente não tinha mais do que quatro metros de largura e, em fotos da época, a localização exata da fronteira real em muitos lugares parece nem ter sido marcada. Também em contraste com a fronteira interna da Alemanha, a polícia da Alemanha Oriental demonstrava pouco interesse em manter as pessoas fora da faixa externa; as calçadas das ruas de [[Berlim Ocidental]] até passavam por dentro dela.<ref name="auto"/>
 
Apesar da política geral de [[negligência benigna]] do governo da Alemanha Oriental, sabe-se que os vândalos eram perseguidos na faixa externa e até presos. Em 1986, o desertor e ativista político Wolfram Hasch e outros quatro desertores estavam de pé dentro da faixa externa, desfigurando o muro quando funcionários da Alemanha Oriental emergiram de uma das portas ocultas para prendê-los. Todos, exceto Hasch, escaparam de volta ao setor ocidental. O próprio Hasch foi preso, arrastado pela porta para a faixa da morte e mais tarde condenado por cruzar ilegalmente a fronteira ''[[de jure]]'' fora do muro.<ref>{{citar web|url=https://www.upi.com/Archives/1987/01/09/Foreign-News-Briefs/9799537166800/|título=Foreign News Briefs|website=UPI}}</ref> O artista de [[Grafito|grafite]] Thierry Noir relatou que muitas vezes foi perseguido por soldados da Alemanha Oriental.<ref>{{citar jornal|acessodata=31 de outubro de 2018|título=Graffiti in the death strip: the Berlin wall's first street artist tells his story|url=https://www.theguardian.com/artanddesign/gallery/2014/apr/03/thierry-noir-graffiti-berlin-wall|jornal=The Guardian|data=3 de abril de 2014|issn=0261-3077|via=www.theguardian.com}}</ref> Enquanto alguns grafiteiros foram expulsos da faixa externa, outros, como [[Keith Haring]], eram aparentemente tolerados.<ref>{{citar web|primeiro1 =Philip|último1 =Oltermann|acessodata=31 de outubro de 2018|título=A line in history: the east German punks behind the Berlin Wall's most radical art stunt|url=https://www.theguardian.com/artanddesign/2014/nov/03/east-german-punks-berlin-wall-radical-art-stunt|data=3 de novembro de 2014|website=The Guardian}}</ref>
 
=== Tentativas de fuga ===
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