Diferenças entre edições de "Di Melo"

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|pseudônimo = "''Imorrível''"{{nota de rodapé|Na norma culta da língua portuguesa, o termo correto é "imortal". O neologismo se trata de um trocadilho linguístico de Di Melo para retratar o fato de ter sobrevivido ao acidente. "''Podível''" e "''impodível''" são outros exemplos de palavras também criadas por ele.<ref name=":13" />}}
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'''Roberto de Melo Santos''', mais conhecido como '''Di Melo''' ([[Recife]], [[22 de abril]] de [[1949]]), é um [[músico]], [[Pintura|pintor]], [[Escultura|escultor]], [[ator]], [[escritor]] e [[poeta]] [[Brasileiros|brasileiro]]. Seus álbuns são caracterizados pela variedade de gêneros musicais, incluindo a mistura de elementos da [[Soul|música ''soul'']] e do [[Funk|''funk'']] com a [[psicodelia]]. Possuindo diversas influências, lançou seu [[Di Melo (álbum)|primeiro álbum]] em 1975, num período em que diversos membros da ''[[black music]]'' brasileira iniciaram carreira, tendo canções gravadas por [[Wando]] e [[Jair Rodrigues]].
 
Após desistir da visibilidade pública, entrou em ostracismo, apresentando-se em bares e cantinas. Iniciou uma parceria musical com [[Geraldo Vandré]] na década de 1980, que rendeu doze canções. No início da década seguinte, sofreu um grave acidente de motocicleta, que deu origem a duradouros boatos sobre uma suposta morte do artista. Porém, em 1997, uma de suas canções entrou na coletânea ''Blue Brazil 2'', fazendo com que DJs ingleses redescobrissem seu trabalho.