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Chegou ao Brasil em janeiro de 1965. Na época, era padre e doutor em física pela Universidade Católica de Lovaina.
 
Em meados de 1965, conseguiu uma bolsa da [[Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo]] (FAPESP), na área de ressonância paramagnética, o que possibilitou ser contrato, em 1966, como professor física da Escola Politécnica da [[Universidade de São Paulo]] (USP).
 
Desse modo, foi residir no [[Conjunto Residencial da Universidade de São Paulo]] (CRUSP) e começou a apoiar as demandas estudantis e a integrar a [[Ação Popular]] (AP).
 
Em julho de 1967, tentou impedir a ação violenta da Polícia Militar no Bloco F do CRUSP e foi detido, mas liberado em pouco tempo.
 
Em 1968, após o CRUSP ser cercado pela Polícia Militar, passou a morar em uma casa próxima à USP e depois em um bairro operário, em [[Osasco]], juntamente com o Padre Antônio Soligo.
No dia 20 de julho de 2015, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região emitiu decisão favorável à Jean Talpe.
 
A solução definitiva para que possa entrar no Brasil, sem passar por novos constrangimentos, depende do deferimento de seu pedido de anistia política pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça brasileiro<ref>[https://www.pstu.org.br/ativista-belga-expulso-pela-ditadura-consegue-vitoria-judicial/ Ativista belga expulso pela ditadura consegue vitória judicial], acesso em 01/03/2021.</ref>
 
No dia 08 de fevereiro de 2018, o então Ministro da Justiça, [[Torquato Jardim]], cassou a anistia política concedida à Jean Talpe<ref>[https://www.pstu.org.br/ativista-belga-expulso-pela-ditadura-consegue-vitoria-judicial/ Ativista belga expulso pela ditadura consegue vitória judicial], acesso em 01/03/2021.</ref> <ref>[https://www.pstu.org.br/ministro-da-justica-afirma-que-quem-lutou-contra-ditadura-deve-ser-punido/ Ministro da Justiça afirma que quem lutou contra a ditadura deve ser punido], acesso em 01/03/2021.</ref>
 
=== A fazer ===