Diferenças entre edições de "Tito de Alencar Lima"

Em 1966, ingressou no noviciado dos dominicanos em [[Belo Horizonte]], e fez a [[Votos religiosos|profissão dos votos]] no ano seguinte.<ref>{{citar web
|url=http://www.adital.com.br/freitito/por/apresentacao.html |titulo=Biografia de Frei Tito |acessodata=4 de dezembro de 2009 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20130817204634/http://www.adital.com.br/freitito/por/apresentacao.html |arquivodata=2013-08-17 |urlmorta=yes
}}</ref> Em 1968 mudou-se para [[São Paulo]] para estudar [[filosofia]] na [[Universidade de São Paulo]] (USP) e no mesmo ano, no dia 12 de outubro, foi preso por participar do 30º Congresso da [[União Nacional dos Estudantes]] (UNE) em Ibiúna após ser fichado pela polícia e se tornar alvo de perseguição da [[Ditadura militar brasileira|ditadura militar]]. Frei Tito teve um papel fundamental para conseguir o sítio onde foi realizado o Congresso da Une em Ibiúna.
 
Foi preso pela segunda vez no dia 4 de novembro de 1969 junto com outros dominicanos pelo delegado [[Sérgio Paranhos Fleury]], do [[Departamento de Ordem Política e Social]] (DOPS). Nessa ocasião, foi acusado, junto aos outros presos, de manter contatos com a [[Ação Libertadora Nacional]] (ALN) e seu dirigente, [[Carlos Marighella]], um dos principais organizadores da luta armada contra a ditadura. Lá, Frei Tito foi submetido à palmatória e choques elétricos. Posteriormente foi transferido para o [[Presídio Tiradentes]], onde permaneceu até 17 de fevereiro de 1970 e, em seguida, nas mãos da [[Justiça Militar do Brasil|Justiça Militar]], foi levado para a sede da [[Operação Bandeirante|Operação Bandeirantes]] (Oban).