Diferenças entre edições de "Tito de Alencar Lima"

 
A partir dos doze anos, por influência de sua irmã Nildes, que participava da [[Juventude Estudantil Católica]] (JEC), se aproximou da [[Ação Católica]].
 
Entre 1961 e 1962, ingressou no [[Liceu do Ceará]] e na JEC, participando da União Cearense de Estudantes Secundaristas. Nessa época, também se tornou congregado mariano, atuando nas comunidades pobres como a Favela do Dendê, em Fortaleza<ref name="barroco">[https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/7344/1/arquivo7719_1.pdf O Drama Barroco dos exilados do Nordeste], acesso em 25/02/2020.</ref>
 
Em 1963, mudou-se para [[Recife]], após ser escolhido como dirigente regional da região nordeste da JEC.<ref>{{citar web |url=http://jornalggn.com.br/noticia/martirio-vivido-por-frei-tito-faz-40-anos |titulo=Martírio vivido por Frei Tito faz 40 anos |acessodata=10 de agosto de 2014 |autor = BARAÚNA, M.L. |data = |formato = |publicado=Adital}}</ref> <ref>[http://www.adital.com.br/freitito/por/irmao_depoimentos_betto.html Ao meu irmão Frei Tito] {{Wayback|url=http://www.adital.com.br/freitito/por/irmao_depoimentos_betto.html |date=20151110154115 }}, acesso em 9 de março de 2016.</ref>
 
Na prisão, Frei Tito escreveu sobre a tortura que viveu e este documento se transformou em um símbolo da luta pelos [[direitos humanos]]. Em dezembro de 1970, incluído na lista de presos políticos trocados pelo embaixador suíço [[Giovanni Bucher]], sequestrado pela [[Vanguarda Popular Revolucionária]] (VPR), Tito foi banido do Brasil pelo governo de [[Emílio Garrastazu Médici]] e seguiu para o [[Chile]]. Sob a ameaça de novamente ser preso, fugiu para a [[Itália]]. De [[Roma]], foi para [[Paris]], onde recebeu apoio dos dominicanos. Traumatizado pela tortura, Frei Tito submeteu-se a um tratamento psiquiátrico e, no dia 10 de agosto de 1974, cometeu suicídio.<ref>{{Citar web|titulo=TITO DE ALENCAR LIMA - Comissão da Verdade|url=http://comissaodaverdade.al.sp.gov.br/mortos-desaparecidos/tito-de-alencar-lima|obra=comissaodaverdade.al.sp.gov.br|acessodata=2019-10-17|lingua=pt-br}}</ref><ref>{{Citar web|titulo=Frei Tito de Alencar Lima|url=http://memoriasdaditadura.org.br/biografias-da-resistencia/frei-tito-de-alencar-lima/|obra=Memórias da ditadura|acessodata=2019-10-17|lingua=pt-BR}}</ref>
 
Posteriormente seu corpo foi trasladado para o Brasil e, mo dia 25 de março de 1983, foi sepultado no Cemitério São João Batista<ref name="barroco"/>.
 
== As torturas ==