Diferenças entre edições de "Eva Braun"

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Segundo informações de seu diário, Eva tentou um segundo suicídio em maio de 1935, com uma overdose de remédios para dormir de Hitler, mas que não deu certo. Hitler deu a Eva e sua irmã mais nova um apartamento de três quarto em Munique naquele mês de agosto e no ano seguinte as irmãs foram morar em uma vila, em [[Bogenhausen]], perto de [[Berchtesgaden]], mas as irmãs passavam a maior parte do tempo em Munique.<ref name=Görtemaker/> Eva também tinha sua própria residência, próxima à [[Chancelaria do Reich]], em Berlim, decorada por [[Albert Speer]].<ref name=Görtemaker/>
 
Eva era parte da equipe de Hoffmann durante os primeiros [[Reuniões de Nuremberg|Comícios de Nuremberg]], em [[1935]]. A meia-irmã de Hitler e mãe de Geli, Angela, não estava presente e depois foi dispensada de seu cargo de governanta da residência de Hitler em Berchtesgaden. Não se sabe se sua antipatia por Eva foi a principal razão, mas membros da equipe de Hitler disseram que Eva era agora intocável.<ref name=Lambert/><ref name=Görtemaker/>
 
Hitler desejava se apresentar ao povo alemão com a imagem de um herói casto. Na ideologia nazista, os homens eram os líderes políticos e os guerreiros, e as mulheres eram donas de casa. Ele acreditava que era um homem atraente para as mulheres e desejava explorar o fato para obter vantagens políticas permanecendo solteiro e acreditava que um casamento reduziria esse apelo.<ref name=Speer>{{Citar livro |nome=Albert |sobrenome=Speer |título=Inside the Third Reich |local=Nova York |editora=Avon |ano=1971 |isbn=978-0-380-00071-5}}</ref><ref name=Knopp>{{Citar livro |nome=Guido |sobrenome=Knopp |título=Hitler's Women |local=Nova York |editora=Routledge |ano=2003 |isbn=978-0-415-94730-5}}</ref>