Diferenças entre edições de "Machado de Castro"

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No largo de D. Estefânia desde 1950 e não 1925.
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(No largo de D. Estefânia desde 1950 e não 1925.)
 
Em [[1746]] foi para [[Lisboa]], onde trabalhou na oficina do santeiro (comerciante que vende estampas e imagens de santos) Nicolau Pinto, passando depois pelo atelier de José de Almeida, que frequentara a Academia de Portugal em [[Roma]]. Em [[1756]], ingressou na chamada ''Escola de Escultura de Mafra'' (criada em [[1754]] por [[José I de Portugal|D. José I]]), tornando-se assistente de Giusti. No ano de [[1771]], era incumbido de esculpir a [[Estátua equestre de D. José I|Estátua Equestre de D. José I]], destinada ao [[Praça do Comércio|Terreiro do Paço]], projectada por [[Eugénio dos Santos]]. A estátua foi inaugurada em [[1775]] e, posteriormente, foi chamado a coordenar o programa escultórico da [[Basílica da Estrela]].
 
Entretanto foi autor da estátua de Neptuno do chafariz concebido para o Largo das Duas Igrejas, e que se encontra desde [[1925|1950]] no [[Largo D. Estefânia]] em [[Arroios (Lisboa)|Arroios]]. A partir daí recebeu outras encomendas da corte, nomeadamente túmulos e monumentos régios.
 
Entre essas encomendas, destacamos a estátua de [[Maria I de Portugal|D. Maria I]], oferecida à [[Biblioteca Nacional de Portugal|Biblioteca Nacional]]. Machado de Castro era escultor oficial desde [[1782]], sendo então convidado a fazer uma estátua de [[João VI de Portugal|D. João VI]] para o [[Rio de Janeiro]]. Em [[1802]], foi nomeado para dirigir o programa escultórico para o [[Palácio da Ajuda]], sendo autor de três peças: ''Conselho'', ''Generosidade'' e ''Gratidão''. Foi o primeiro escultor português a escrever sobre escultura, demonstrando preocupação na nobilitação da arte e dos artistas. A sua obra mais vasta é a ''Descrição analítica da Estátua Equestre'', publicada em 1810 em [[Lisboa]], sendo ainda de nomear o ''Dicionário de Escultura'' (inédito até [[1937]]). A ''Descrição'' consiste no relato pormenorizado, feito ao estilo e à execução técnica, levada a cabo no que é considerado o seu melhor trabalho, a [[estátua equestre]] do Rei [[D. José I]] de Portugal datada de [[1775]], como parte da obra de reconstrução da cidade de [[Lisboa]], seguindo os planos de [[Marquês de Pombal]], logo após o [[Terramoto de 1755]]. As partes da construção estão detalhadas e ilustradas, incluindo variados planos e componentes utilizados para a sua execução.<ref>Pdf da obra, no site da Biblioteca Digital Nacional da Biblioteca Nacional de Portugal, [http://purl.pt/960/5/ba-861-p_PDF/ba-861-p_PDF_24-C-R0150/ba-861-p_0000_anterrosto-334_t24-C-R0150.pdf]</ref>
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