Diferenças entre edições de "Jorge Cruz"

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Em 2008, Jorge Cruz formou em Oeiras um power-trio com Bernardo Barata (baixo) e João Pinheiro (bateria), a que se juntou [[B Fachada]] ([[Viola Braguesa|viola braguesa]]) e João Gil (teclados). No ano seguinte, lançaram o EP ''Dona Ligeirinha'' e o álbum de estreia ''Virou!'', que foi considerado um marco na música nacional pela forma como integrou sonoridades da música tradicional e do rock contemporâneo. Inspirado pelo [[Tropicalismo]], pela relação que a música brasileira tem com o seu próprio passado, pelo legado da música portuguesa ([[José Afonso]], [[Fausto]], [[Sérgio Godinho]], [[Vitorino Salomé|Vitorino]], [[Banda do Casaco]], entre outros) e pela música anglo-saxónica, Jorge Cruz pôs instrumentos eléctricos a evocar melodias resgatadas da memória da tradição oral, convidando a música moderna portuguesa a encontrar-se com a sua raiz.<ref>{{Citar web|url=http://www.publico.pt/temas/jornal/uma-busca-em-direccao-ao-sangue-24464085|titulo=Diabo na Cruz - Uma busca em direcção ao sangue|data=|acessodata=2016-08-13|obra=|publicado=|ultimo=|primeiro=}}</ref>O Jorge acabou por retirar-se da banda em 2019 por motivos de saúde, no mesmo ano em que a banda foi obrigada a extinguir-se.
 
[[Diabo na Cruz]] destacou-se desde o início pelos concertos capazes de conquistar o mais variado público, desde as festas de aldeia aos grandes festivais e salas urbanas.<ref>{{Citar web|url=http://www.agendalx.pt/artigo/entrevista-diabo-na-cruz#.VweyF_krLDd|titulo=Entrevista a Diabo na Cruz - Agenda Cultural de Lisboa|data=|acessodata=2016-08-13|obra=www.agendalx.pt|publicado=|ultimo=|primeiro=}}</ref> Com três anos na estrada e centenas de concertos, a banda sofreu uma reformulação. [[B Fachada]] abandonou o grupo uma semana antes da gravação do segundo disco, ''Roque Popular'' (2012), e entraram os novos elementos Manuel Pinheiro (percussões, electrónica) e Sérgio Pires ([[Viola Braguesa|viola braguesa]]). Com o álbum ''Diabo na Cruz'' (2014), o grupo continuou a trabalhar com a memória colectiva da musicalidade portuguesa com um apetite mais omnívoro, mais pop e mais experimentalista. O disco levou a banda a percorrer Portugal de Norte a Sul ao longo de cerca de 50 concertos. No final de 2015, essa vida de estrada sagrou-os vencedores na categoria de "Melhor Actuação ao Vivo" nos Portugal Festival Awards. <ref>{{Citar web|url=http://www.gazetadosartistas.pt/?p=49597|titulo=Diabo na Cruz vencem os Portugal Festival Awards na categoria de melhor actuação ao vivo|acessodata=2016-08-13|arquivodata=2016-05-09|arquivourl=https://web.archive.org/web/20160509014524/http://www.gazetadosartistas.pt/?p=49597}}</ref>
 
=== Discos a solo ===
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