Diferenças entre edições de "Incidente com avião U-2 em 1960"

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Devido à altitude operacional extrema do U-2, cerca de 24 km, os soviéticos tentaram interceptar usando o "convencional" sistema de combate, que falhou. Além disso, durante o voo, o U-2 estava fora do alcance de vários mísseis de lançamento terra-ar. O único míssil que poderia ter feito o serviço havia sido desativado por conta do feriado do [[Dia do Trabalho]].
 
Segundo a versão soviética oficial do que aconteceu (que seria questionada mais de três décadas depois), o U-2 foi finalmente atingido e derrubado perto da cidade de Degtyarsk, nos Urais, por um dos catorze mísseis Dvina [[S-75 Dvina]] (SA-2 Guideline de acordo com a classificação da NATO). O piloto Francis Gary Powers ejetou. Ao fazê-lo, não ativou (ou não pôde ativar) a carga explosiva de pequeno porte que teria contribuído para a destruição da aeronave, cuja fuselagem atingiu o solo, tornando-se a prova incriminatória. Além disso, durante o treinamento, Powers recebera um [[Dólar dos Estados Unidos|dólar]] de prata alterado, que escondia uma agulha embebida em uma substância tóxica tropical chamada [[curare]]. No entanto, não pôde cometer o [[suicídio]] quando se ejetou.
 
Pouco antes de pular da aeronave, Powers se esqueceu de desligar o tubo de oxigênio (fundamental para respirar em tais alturas) e se enroscou nele, até conseguir retirar a mangueira que o prendia ao avião. Nesse momento, o avião já tinha entrado em uma manobra chamada "parafuso" (giros no seu eixo de deslocamento). Um segundo [[míssil]] atingiu e danificou o U-2 ainda mais, e provavelmente teria matado Powers se ele ainda estivesse na [[nacele]]. Ele foi finalmente capturado, depois de ter sido encontrado por alguns agricultores soviéticos, que logo perceberam que estavam lidando com um estrangeiro que não falava [[Língua russa|russo]].
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