Diferenças entre edições de "Revolução de Veludo"

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Em 17 de novembro de 1989, a polícia reprimiu uma manifestação estudantil em [[Praga]]. Este evento desencadeou uma série de manifestações populares de [[19 de novembro]] até o fim de dezembro. Até [[20 de novembro]], o número de manifestantes pacíficos em Praga passou de 200 mil a meio milhão de pessoas. Um movimento geral envolvendo todos os cidadãos da Checoslováquia foi feito em [[27 de novembro]].
 
Com o colapso dos outros governos comunistas e o aumento dos protestos de rua, o [[Partido da Checoslováquia]] anunciou no dia [[28 de novembro]] que iria acabar com o poder e desmantelar o [[Unipartidarismo|Estado de partido único]]. Uma espécie de cerca, com arames farpados e outras obstruções, foi removida da fronteira com a [[Alemanha Ocidental]] e com a [[Áustria]] no começo de dezembro.
 
No dia [[10 de dezembro]], o [[presidente]] [[Gustáv Husák]] apresentou o primeiro grande governo não-comunista na Checoslováquia desde [[1948]], e renunciou. [[Alexander Dubček]] foi eleito [[presidente]] do [[parlamento]] federal em [[28 de dezembro]] e [[Václav Havel]], escritor conhecido que estava à frente da revolução, tornou-se presidente da Checoslováquia em [[29 de dezembro]] de 1989.
 
Em junho de [[1990]], a Checoslováquia teve sua primeira [[eleição]] [[Democracia|democrática]] desde [[1946]].
 
O termo '''Revolução de Veludo''' foi inventado por [[jornalista]]s para descrever os acontecimentos e aceito pela [[mídia]] mundial, sendo usado em seguida pela própria Checoslováquia. Depois da dissolução da nação em [[1993]], devido a questões étnicas, culturais e econômicas, a [[Eslováquia]] usou o termo "Revolução Gentil", que é o termo que os [[eslovacos]] usavam para a revolução desde seu começo.
 
[[Ficheiro:Národní třída (2010).jpg|thumb|left|Václav Havel, um dos artífices da Revolução, em 2011.]]{{clr}}
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