Diferenças entre edições de "René Pleven"

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Após a libertação da França, foi Ministro da Economia e Finanças do governo provisório. Após a guerra, Pleven foi eleito legislador pelo departamento de Côtes-du-Nord. Em 1946, ele rompeu com [[Charles de Gaulle]] e fundou a União Democrática e Socialista da Resistência (UDSR), servindo como presidente do partido de 1946 a 1953. O partido estava posicionado entre os Socialistas Radicais e os Socialistas, favorecendo a nacionalização industrial limitada e o estado controles. Ele então ocupou vários cargos de gabinete, mais notavelmente Ministro da Defesa de 1949 a 1950. Em julho de 1950, ele se tornou o primeiro-ministro do país, enquanto o poder estava mudando para a direita. Defensor veemente da integração europeia, ele pressionou pela ratificação do [[Plano Schuman]] para a integração europeia criando a [[União Europeia|Comunidade Europeia]] do Carvão e do Aço como primeiro-ministro. Ele teve que enfrentar oposição tanto da esquerda quanto da direita para avançar, mas obteve votos suficientes no parlamento ao prometer aumentar os empréstimos agrícolas e reduzir os impostos para grupos de baixa renda. Após três dias e duas noites de debate, o tratado foi ratificado. Ele serviu até fevereiro de 1951 e novamente de agosto de 1951 a janeiro de 1952, renunciando a divergências sobre déficits orçamentários.<ref name="DHM" /><ref name="NYT" />
 
Ele então se tornou Ministro da Defesa novamente. Sua proposta de uma [[Comunidade Europeia de Defesa|Comunidade Européia de Defesa]], na qual integraria uma Alemanha rearmada, conhecida como Plano Pleven, foi derrotada pelos [[Gaullismo|gaullistas]], [[Comunismo|comunistas]] e [[Socialismo|socialistas]]. Ele também defendeu uma mão dura na defesa do domínio colonial francês na Indochina. Em 1953, ele renunciou ao cargo de presidente da UDSR depois que seu partido apoiou as negociações de paz no [[Vietnã]]. Ministro da Defesa de 1952 a 1954, foi o responsável quando os franceses perderam a [[Batalha de Dien Bien Phu]], iniciando a queda da hegemonia francesa em toda a região.<ref name="NYT" /> Em 1957, o presidente René Coty ofereceu-o para se tornar primeiro-ministro novamente, mas ele recusou. Em vez disso, ele se tornou o último ministro das Relações Exteriores da [[Quarta República Francesa|Quarta República]] em 1958.<ref name="DHM" />
 
Em 1966, a esposa de Pleven morreu. Ele teve duas filhas, Françoise e Nicole, com ela. De 1969 a 1973, ele atuou como Ministro da Justiça nos governos de [[Jacques Chaban-Delmas]] e [[Pierre Messmer]], assinando o perdão do notório fugitivo [[Henri Charrière|Henri Charriere]] em 1970. Perdendo a reeleição como legislador em 1973, ele se tornou presidente de um desenvolvimento regional conselho em sua Bretanha natal. Ele morreu de insuficiência cardíaca em 13 de janeiro de 1993, aos 91 anos.<ref name="NYT" />
 
== Governos ==