Diferenças entre edições de "Inquirições gerais"

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As inquirições começadas em 1258 deram origem a grandes contendas. Denunciando-se usurpação do património régio, D. Afonso opôs-se com grandes providências. Com os seus interesses agravados, os bispos interditaram o [[reino]] e dirigiram-se quase todos à [[Cúria Romana]] que estava, então, em [[Viterbo]]. Em 1267 foi apresentado, ao [[Papa Clemente IV]], um grande memorial. Entretanto este pontífice morreu sem resolver o conflito. Em 1275, o seu sucessor, [[Gregório X]], expediu a bula ''[[De regno Portugaliae]]'', em que ordenava a D. Afonso III a reparação de todos os danos, sob pena de [[excomunhão]], interdito e deposição.<ref>OLIVEIRA, Miguel de - História Eclesiástica de Portugal. 2ª Ed. Mem Martins: Publicações Europa América, 2001. Pg. 90</ref>
 
[[File:Inquirição de D.Dinis.jpg|thumb|500px|Inquirição de D. Dinis, da freguesia de [[Ponte (Vila Verde)|Ponte são Vicente (Vila Verde)]] (1288), com um caso de abuso do privilégio de [[wikt:amádigo|amádigo]].<br> ''Também da freguesia de São Vicente de Coucieiro, no lugar que chamam Crasto, achei no rol del Rei que era todo devasso, porque era de lavradores. Eu mando que o será, e que, e entre o mordomo, pelos direitos del Rei, salvo o que for de fidalgos.
Também no lugar que chamam Serem, achei que Vicente Eanes e João Durães que se defendem por cousa dum fidalgo que criaram, e achei que o criaram na casa onde morra Vicente Eanes. Porque mando, que o que morar nessa casa é que será honrado, a de João Durães será devassa.'']]
Sob o reinado de [[Dinis de Portugal]], tornam-se uma forma de exercício do seu poder. Onde procurava não só reconhecer o seu património, mas mais importante do que isso, identificar os casos em que eram praticados abusos. Do seu reinado são conhecidas as inquirições de 1284, de 1288, de 1301, de 1303-1304 e de 1307-1311.