Diferenças entre edições de "Scriptorium"

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Os monges copistas eram aqueles monges que trabalhavam nos ''scriptoria'' escrevendo ou copiando os livros.{{sfn|Fuentes|1992|p=47}} Também chamados de [[amanuense]]s, comumente a estes monges é atribuída grande importância histórica, já que seu trabalho possibilitou que o conhecimento dos antigos chegasse até nossos dias. Os monges amanuenses poderiam ser classificados como copistas mais velhos, chamados de [[antiquário]]s, ou copistas mais novos, denominados de livreiros.{{sfn|Oliveira|2012|p=121}}{{sfn|Clement|1997|p=6}}
 
É importante observar a presença de mulheres copistas em alguns ''scriptoria'', contrariando a ideia de que esse tipo de ofício era restrito a ambientes exclusivamente masculinos. Restrições às mulheres no entanto se davam a partir de livros que tinham a leitura indicada ao público masculino. Textos relacionados à vida religiosa indicavam a leitura para monges em vez de freiras.{{sfn|Davis|2018}} Sabe-se que na [[abadia de Munsterbilzen]], na [[Bélgica]], uma cópia de ''[[Etymologiae|Etimologias]]'', de [[Isidoro de Sevilha]], foi elaborada por oito mulheres copistas. Pode-se identificar a atividade feminina pois elas assinaram o manuscrito após escrevê-lo. Porém, dificilmente os manuscritos eram assinados. Por mais que não haja muitas provas concretas em relação à autoria ou à cópia feminina de diversos manuscritos, algumas obras, além daquelas cuja autoria é assinada, podem apresentar [[pronome]]s femininos. Outra forma de identificar o protagonismo feminino nas obras é o seu conteúdo, podendo algumas vezes a autoria feminina ser identificada por uma carta de amor a seu amado, a religiosa escrevendo ao seu Esposo, o Cristo.{{sfn|Hudson|2017}}
 
=== Cristina de Pisano ===
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