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Em termos do sistema [[Gênero binário|binário de gênero]], a [[Genderqueer|queeridade de gênero]] pode ser considerada ininteligível e rejeitada.<ref name="ftmborderlands">Hale, J.C. (1998) "...[O]ur embodiments and our subjectivities are abjected from social ontology: we cannot fit ourselves into extant categories without denying, eliding, erasing, or otherwise abjecting personally significant aspects of ourselves ... When we choose to live with and in our dislocatedness, fractured from social ontology, we choose to forgo intelligibility: lost in language and in social life, we become virtually unintelligible, even to ourselves..." from ''Consuming the Living, Dis(Re)Membering the Dead in the Butch/FtM Borderlands'' in the ''Gay and Lesbian Quarterly'' 4:311, 336 (1998). Retrieved on April 7, 2007.</ref>
 
A discriminação social no contexto da discriminação contra pessoas não-binárias e [[Não conformidade de gênero|não-conformes ao gênero]] inclui violência motivada pelo ódio e desculpas por isso. De acordo com um estudo de 2016 do ''[[The Journal of Sex Research]],'' um dos temas mais comuns de discriminação para pessoas não-bináriasque gostam de gênero é o uso incorreto de pronomes de gênero preferidos. O estudo chamou isso de 'não afirmação' e ocorre quando outros não afirmam o senso de identidade de gênero. Os participantes deste estudo também relataram ter experimentado [[Vigilância de gênero|policiamento de gênero]].<ref>{{Citar periódico|primeiro6=Kevin L.|titulo=Microaggressions Toward Lesbian, Gay, Bisexual, Transgender, Queer, and Genderqueer People: A Review of the Literature|jornal=The Journal of Sex Research|língua=en|volume=53|páginas=488–508|doi=10.1080/00224499.2016.1142495|issn=0022-4499|pmid=26966779|último =Nadal}}</ref> Um artigo do livro ''Violence and Gender'', afirma que essa violência e discriminação experimentadas levam a altos níveis de estresse. Este artigo afirmou que as participantes não binárias têm menos probabilidade de experimentar discurso de ódio (24,4% vs. 50%) em comparação aos homens trans e igualmente tão provável (24,4% vs. 24,4%) quanto as mulheres trans, mas participantes com gênero / não-binário, juntamente mulheres trans têm mais probabilidade do que indivíduos trans de se preocupar com a segurança de si mesmas e de outras pessoas.<ref>{{Citar periódico|primeiro6=Cindy B.|titulo="I Fear for My Safety, but Want to Show Bravery for Others": Violence and Discrimination Concerns Among Transgender and Gender-Nonconforming Individuals After the 2016 Presidential Election|jornal=Violence and Gender|volume=5|páginas=26–36|doi=10.1089/vio.2017.0032|issn=2326-7836|último =Veldhuis}}</ref>
 
== Discriminação legal ==
 
=== Estados Unidos ===
Apesar de serem mais propensos a atingir níveis mais altos de educação quando comparados ao público em geral,<ref name="transgenderlawcenter">{{Citar web|titulo=Non-Binary Identities & the Law|url=http://transgenderlawcenter.org/archives/10208|obra=transgenderlawcenter.org|acessodata=21 de outubro de 2015}}</ref> {{Rp|11}} 90% dos indivíduos não binários enfrentam discriminação, geralmente na forma de assédio no local de trabalho. Dezenove por cento das pessoas nãoque bináriasse interessam por gênero relatam perda de emprego como resultado de suas identidades. Leis antidiscriminatórias que proíbem a discriminação especificamente contra indivíduos não binários não existem. No entanto, o [[Lei dos Direitos Civis de 1964|Título VII]] e a atual versão proposta da Lei Federal de Não Discriminação do Emprego usam termos como "identidade de gênero" e "expressão de gênero", categorias nas quais os indivíduos não binários se enquadram devido ao fato de que seu gênero[[Expressão de género|sexo expressão]] não pode ser definidodefinida como masculino ou feminino.
 
Em 2004, Jimmie Smith foi demitido do Corpo de Bombeiros em Salem, Ohio, após revelar seu diagnóstico de Transtorno de DisforiaIdentidade de Gênero e suas intenções de passar por uma transição de homem para mulher. O tribunal distrital determinou que o motivo da rescisão ocorreu por causa de sua "transexualidade" e não por sua não conformidade de gênero. O caso foi apelado ao Sexto Circuito, que anulou a decisão e esclareceu aos tribunais que, sob o Título VII, a discriminação sexual deveria ser considerada mais ampla do que apenas as suposições tradicionais de sexo.<ref>{{Citar periódico|primeiro6=Katie|titulo=RUNNING FROM THE GENDER POLICE: RECONCEPTUALIZING GENDER TO ENSURE PROTECTION FOR NON-BINARY PEOPLE.|url=|jornal=Michigan Journal of Gender & Law|volume=24|páginas=265–322|via=OmniFile Full Text Mega (H.W. Wilson)|último =Reineck}}</ref>
 
Atualmente, doze estados possuem legislação que proíbe a discriminação com base na identidade de gênero.<ref>{{Citar web|titulo=State Laws That Prohibit Discrimination Against Transgender People - National Center for Lesbian Rights|url=http://www.nclrights.org/legal-help-resources/resource/state-laws-that-prohibit-discrimination-against-transgender-people/|obra=www.nclrights.org|acessodata=2015-10-21|data=2013-07-25}}</ref> Apesar desses esforços, indivíduos não binários estão sujeitos a taxas mais altas de agressão física e sexual e assédio policial do que aqueles que se identificam como homens ou mulheres, provavelmente devido à sua expressão ou apresentação de gênero.<ref name="Harrison2011">{{Citar periódico|autor4=Jody L. Herman|ano=2011–2012|titulo=A Gender Not Listed Here: Genderqueers, Gender Rebels, and Otherwise in the National Transgender Discrimination Survey|url=http://www.thetaskforce.org/downloads/release_materials/agendernotlistedhere.pdf|jornal=LGBTQ Policy Journal|volume=2|arquivodata=25 de julho de 2012|autor7=Jaime Grant}}</ref><ref>{{Citar web|titulo=10 Myths About Non-Binary People It's Time to Unlearn|url=http://everydayfeminism.com/2014/12/myths-non-binary-people/|obra=Everyday Feminism|acessodata=2015-10-21|lingua=en-US|data=2014-12-06}}</ref>
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