Flávio Cavalcanti: diferenças entre revisões

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→‎Biografia: Não era possível a transmissão pela TVS do Rio no período, pois o horário conflitava com o do Programa Silvio Santos
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Seu estilo era contundente. Letras medíocres e músicas fracas iam para o lixo. Literalmente, quebrava os discos e jogava fora. Ele criou gestos marcantes, como a mão direita estendida para o alto e a [[frase]]: ''"Nossos comerciais, por favor!",''<ref>{{citar web|URL=http://radios.ebc.com.br/todas-vozes/edicao/2014-08/flavio-cavalcanti-declaracao-belinha-de-amor-do-homem-que-quebrava-discos|título=Flávio Cavalcanti, o homem que quebrava discos, faz declaração de amor|autor=LEITE, Marcos|data=5 de agosto de 2014|publicado=Rádio MEC AM - Rio de Janeiro (EBC Rádios)|acessodata=19 de maio de 2015}}</ref> ao pedir o intervalo. O “tira-bota” dos [[visão|óculos]] também foi marcante. Em 1973, teve seu programa na Rede Tupi suspenso por 60 dias pela Censura Federal, após apresentar a história de um homem inválido que teria "emprestado" a mulher ao vizinho,<ref name="Telinha">{{citar web|URL=http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/ditadura-tirou-flavio-cavalcanti-do-ar-por-fazer-sensacionalismo-4622|título=Ditadura tirou Flávio Cavalcanti do ar por fazer sensacionalismo |autor=CASTRO, Thell de|data=31 de agosto de 2014|publicado=Na Telinha|acessodata=19 de maio de 2015}}</ref> fato que culminou uma história de problemas anteriores com o conteúdo do programa.
[[Ficheiro:Flávio Cavalcanti, sem data.tif|direita|miniaturadaimagem|234x234px|Flávio Cavalcanti (à direita), na década de 70, com [[Waldick Soriano]]]]
Flávio ficou na Tupi até o fechamento da emissora, em 1980, e, a partir de 1976, seu programa passa a ser transmitido também pela TVS, de [[Silvio Santos]], para o [[Rio de Janeiro]]. Em 1982, foi para a [[Rede Bandeirantes]] apresentar o programa ''Boa Noite, Brasil''. De 1983 a 1986, fez no [[Sistema Brasileiro de Televisão|SBT]] o ''Programa Flávio Cavalcanti''. Por seus programas passaram nomes consagrados, como: [[Oswaldo Sargentelli]], [[Marisa Urban]], [[Erlon Chaves]], [[Márcia de Windsor]], entre outros. Inteligente, brilhante, inquieto, como bem mostra sua biografia, o carioca Flávio Cavalcanti, porém, teve uma vida familiar tranquila. Casou-se com dona Belinha e teve três filhos, sendo o filho que levava seu nome, Flávio Jr., um executivo de telecomunicações.
 
=== Morte ===
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