Diferenças entre edições de "Acrasia"

sem resumo de edição
m (Pequenas correções ortográficas na legenda da foto.)
{{portal-filosofia}}
[[Ficheiro:Socrates_Louvre.jpg|miniaturadaimagem|318x318px|[[Sócrates]] - [[Museu do Louvre]]
 
Investigador de ''Akrasia'']]
Em [[filosofia prática]], '''''akrasia''acrasia''' (do [[língua grega{{Langx|grego]] ''el|ἀκρασία|4=akrasia''}}, "não ter comando sobre si mesmo", ocasionalmente adaptado à [[ortografia]] [[língua portuguesa|portuguesa]] como '''acrasia'''<ref>A regra ortográfica com palavras de origem grega é a adaptação. Assim, por exemplo, "monarquia", e não "monarkhia", ou "aristocracia", e não "aristokratia".</ref>) é a [[ação]] de uma pessoa que contraria seu melhor [[juízo]] sobre o que fazer em determinada situação.<ref>{{Citar Umperiódico exemplo|url=https://plato.stanford.edu/archives/fall2019/entries/weakness-will/ é|titulo=Weakness a/oof [[cônjuge]]Will que|data=2019 trai|acessodata=2021-05-29 |publicado=Metaphysics Research Lab, emboraStanford considereUniversity tal|ultimo=Stroud ação|primeiro=Sarah errada|ultimo2=Svirsky |primeiro2=Larisa |editor-sobrenome=Zalta |editor-nome=Edward N.}}</ref>
 
Um [[quebra-cabeça]] [[filosofia|filosófico]] — apresentado pelo personagem [[Sócrates]] no diálogo ''[[Protágoras]]'', de [[Platão]] — é precisamente explicar como a ''akrasia''acrasia é possível. Se o [[sujeito]] julga que a ação A é a melhor coisa a ser feita, como ele pode fazer outra coisa que não A? O filósofo [[Donald Davidson]] vê o problema como a reconciliação da seguinte tríade aparentemente inconsistente:
 
:1. Se um [[agente]] [[crença|acredita]] que A é melhor do que B, então ele [[vontade|quer]] fazer A mais do que B.
Sobre tal ponto de vista também é possível agir contra o melhor juízo, mas sem fraqueza da vontade. Uma pessoa pode, por exemplo, acreditar que vingar um assassinato é imoral e imprudente, mas decidir levar a vingança adiante assim mesmo, sem nunca relutar em tal decisão. Tal pessoa acreditaria ''akraticamente,'' mas não teria vontade fraca.
 
== {{Referências ==}}
 
* Donald Davidson, 1969: ''How is Weakness of the Will Possible?'', Essays on Actions and Events, Oxford: Clarendon, 1980.
* Richard Holton, 1999: ''[http://homepages.ed.ac.uk/~rholton/Weakness.pdf Intention and Weakness of Will]{{Ligação inativa|1=data=maio de 2019 }}'', Journal of Philosophy, 96.
* Donald Davidson: ''Paradoxien der Irrationalität.'' in: Stefan Gosepath (Hrsg.): ''Motive, Gründe, Zwecke. Theorien praktischer Rationalität.'' Fischer Taschenbuch, Frankfurt am Main 1999, S.209–231. ISBN 3596132231<div class="references">
 
== Notas ==
<div class="references">
<references />
</div>
[[Categoria:Ética]]
[[Categoria:Filosofia]]
{{Título em itálico}}
30 003

edições