Triângulo negro: diferenças entre revisões

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sem resumo de edição
(A página estava com informações EXTREMAMENTE inverídicas e fortemente influenciada por um viés politico, carecendo de fontes serias e acadêmicas para sustentar a argumentação. Corrigi os erros da pagina e utilizei fontes históricas e oficiais (Como o do próprio site de Auchwitz) para embasar, de forma imparcial, o que de fato foi o Triângulo Negro.)
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== Uso ==
 
=== Romani ===
Embora o triângulo preto fosse um símbolo usado pelo regime nazista para muitos grupos, ele foi designado especialmente para a população Romani na Europa. No início da [[Solução final|Solução Final]] ele era usado exclusivamente para o povo cigano.<ref>{{Citar livro|url=http://archive.org/details/secondworldwarco00gilb|título=The Second World War|ultimo=Martin Gilbert|data=2004|editora=Henry Holt|outros=Internet Archive}}</ref>
 
== Controvérsia sob o uso por lésbicas ==
Durante os anos 70 e 80, grupos lésbicos causaram polêmica ao reinvindicar o uso do Simbolo do Triângulo Negro como sendo parte da história lésbica, alegando que mulheres lésbicas também eram sistematicamente perseguidas pelos Nazistas.
 
O uso foi duramente criticado e questionado sob o fundamento de que o comportamento sexual lésbico não foi criminalizado nos termos do parágrafo 175 do Código Penal Alemão (O que descartava a argumentação de opressão direcionada), apenas a homossexualidade masculina e também pelo fato de não existir nenhum registro oficial apontando para o triângulo preto ter sido imposto a lésbicas pelo simples fato delas serem lésbicas.<ref name=":2">{{Citar livro|url=https://catalog.loc.gov/vwebv/search?searchCode=LCCN&searchArg=92196060&searchType=1&permalink=y&__cf_chl_jschl_tk__=1a2e7b89033da145b60a99be76cbf2ef31b394c5-1623605302-0-ATSNarHynFAHyvO9wSDU1JO_LKpQXm5TYCXYHtb7-YeEf49DV0FlHnw1-IzHYkwyurMX9h1hVU_N0qWj-EeQCOAtwP_gXXzCdhJbuChKNN1k5Tu5kCfgd7QHla1YrMUegkfuNCw_w8cNNBoDpXW0B2g8m6vdJY4bWTRZ38_yYdLgErLoTtstXpf7v4UZUr2Gto7w1CkJL3gBGyO3q79HZked3mpdBlSLehN1Y2DKnvOS_PC87HZXloo0Kuc70U5NIxdXz_V_NeXagKJVgXmGKeedwQqJgK06zP5bEFQBj6fEwWrdZYyo8z34SNMaRsW20GVbgnvkGHUdwn-kfeQB6J7fB9pSJPrE-sETobdbgOEg7q-cxEQYWYSPt3f3t0UAWk6PjLtHiPtI4_JsjgWtaMp6RFVk3tp-vJ9UP5QkYReB6FggeqzP86OYxnEQywAVYAGBx7V-E2QNvlhG9cs2lPKX8zdIEgjCuJ1yereiKdO59ZiuGNSlyHgNeD3I4ANzxIt-rJMlykVc0NufD1DJRVp4sQiamjQfECwNCckVhQcl|título=Nationalsozialistische Sexualpolitik und weibliche Homosexualität|ultimo=Schoppmann|primeiro=Claudia|data=1991|editora=Centaurus|series=Frauen in Geschichte und Gesellschaft|local=Pfaffenweiler}}</ref>
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