Diferenças entre edições de "Amanislo"

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Existem duas evidências arqueológicas do reinado de ''Amanislo''. A primeira é seu selo com seu [[nome de Sá-Ré]] gravado na estátua de leão de granito de [[Amenófis III]]. Esse leão foi transferido de ''Soleb'' para [[Jebel Barcal]]. Outra inscrição foi encontrada no ''Cemitério Begarawiya Sul'' , mais precisamente na capela de culto mortuário do ''Beg.S. 5'', paredes N e S.<ref name=z/>
 
A filiação de ''Amanislo'' e as relações familiares são desconhecidas. Especulou-se que o dono da ''Beg.S. 4'', ''Kanarta'' que leva o título de "Mãe do Faraó", era a esposa de [[Arcamani I]] e mãe de ''Amanislo''. <ref> D. Dunham (1957) [https://books.google.com.br/books?id=N9bDtgAACAAJ Royal Tombs at Meroe and Barkal]. Boston. p. 9 </ref> <ref>I. Hofmann (1978) [https://books.google.com.br/books?id=lE4JAQAAIAAJ Wege und Möglichkeiten eines indischen Einflusses auf die meroitische Kultur]. St. Augustin bei Bonn, p. 43 </ref> Se isso estiver correto, o Ano 20 + X em uma inscrição bem danificada na parede N da capela do culto funerário de ''Kanarta'' pode se referir ao ano de reinado de ''Amanislo'' em que sua mãe foi enterrada. Seu lugar depois de ''Arcamani I'' na cronologia relativa dos governantes de Cuxe foi sugerida com base na localização de seu túmulo piramidal em Beg.S. 5 no Cemitério Begarawiya Sul. <ref> Dunham (1957) [https://books.google.com.br/books?id=N9bDtgAACAAJ Royal Tombs ...}] p. 37 </ref> Se de fato ele reinou por mais de vinte anos, ''Amanislo'' pode, hipoteticamente, ter governado em meados do século III a.C.<ref name=z/>
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