Roman Catholic Relief Act 1829: diferenças entre revisões

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O '''Ato de Ajuda Católica de 1829''', ({{lang-en|''Roman Catholic Relief Act 1829''}}) foi aprovada pelo [[Parlamento do Reino Unido]] em [[24 de março]] de [[1829]] e recebeu [[SançãoConsentimento Real|Sanção Real]] em [[13 de abril]]. Foi a culminação do processo de [[Emancipação Católica]] no Reino Unido e na Irlanda revogou as últimas leis penais. Sua aprovação foi o resultado de uma campanha realizada pelo advogado irlandês e então recentemente eleito para formar parte da [[Câmara dos Comuns]], [[Daniel O'Connell]].
 
O ato permitia aos [[católicos]] ter um assento no parlamento. Esta condição era crucial já que Daniel O'Connell ganhou um assento nas eleições do [[Condado de Clare]], mas sob a lei britânica, ele era proibido (dada a sua religião) de ocupar seu lugar em [[Westminster]]. Sir [[Robert Peel]], o Secretário de Interior, que se opunha à emancipação em toda sua carreira (e tinha, em 1815, desafiado a O'Connell para um [[duelo]]) foi forçado a concluir: "ainda que a emancipação era um grande perigo, a revolta civil era um ainda maior". Temendo uma revolução na Irlanda, Peel escreveu a Proposta de Lei de Ajuda Católica e a tramitou através da [[Câmara dos Comuns]]. Para vencer a oposição tanto da [[Câmara dos Lordes]] e do Rei [[Jorge IV do Reino Unido|Jorge IV]], o [[Arthur Wellesley, 1.º Duque de Wellington|Duque de Wellington]] trabalhou para assegurar sua aprovação na Câmara dos Lordes e ameaçou renunciar como [[Primeiro-ministro do Reino Unido|primeiro-ministro]] se o Rei não outorgasse a Sanção Real.
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