Diferenças entre edições de "Luís IX de França"

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Quando adulto, Luís enfrentou conflitos recorrentes com poderosos nobres, consolidando a supremacia real levada a cabo por seu avô [[Filipe II de França|Filipe Augusto]], além de ter derrotado o rei [[Henrique III de Inglaterra]] em suas tentativas de restaurar o [[Império Plantageneta]]. Após anexar a maior parte das antigas terras inglesas na França, assinou o [[Tratado de Paris (1259)]] com a Inglaterra colocando fim aos cem anos de rivalidade franco-inglesa.
 
Foi um rei reformador e lançou as bases da justiça real francesa, na qual o rei era o juiz supremo a quem qualquer pessoa era capaz de apelar para buscar a emenda de um julgamento. Ele proibiu julgamentos por provação, tentou impedir as guerras privadas que estavam assolando o país e introduziu a [[presunção de inocência]] no processo criminal. Era admirado por seus súditos e por toda a Europa como um rei extremamente justo. Chegava a ficar várias vezes na semana sob um carvalho no [[Castelo de Vincennes]] ouvindo os apelos e pedidos de seus súditos de todas as classes.
 
Suas ações foram inspiradas nos valores [[Cristianismo|cristãos]], sendo ele um homem extremamente devoto da [[fé católica]], punindo a [[blasfémia]], jogos de azar, empréstimos de interesse e prostituição, comprando relíquias de [[Cristo]] para construir a [[Sainte-Chapelle]] e tentando converter os judeus franceses. Construiu inúmeros hospitais, leprosários, orfanatos e escolas e era notadamente conhecido pela sua caridade e cuidado com os pobres e doentes.<ref>http://www.franciscanos.org.br/?p=59471</ref>