Diferenças entre edições de "Lindbergh Farias"

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Radicado no estado do [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]], Lindbergh se elegeu deputado federal pelo [[Partido Comunista do Brasil]] ([[PCdoB]]) nas [[Eleições estaduais no Rio de Janeiro em 1994|eleições de 1994]], sendo o mais votado da esquerda. Em 1996, foi eleito presidente nacional da União da Juventude Socialista (UJS). Aderiu ao [[trotskismo]] em 1997 e ingressou no [[Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado]] (PSTU). Na Câmara dos Deputados, pautou seu primeiro mandato pela oposição ao governo de [[Fernando Henrique Cardoso]].
 
Foi destaque nas manifestações contra a privatização da [[Companhia Vale do Rio Doce]] e do Sistema [[Telecomunicações Brasileiras S/.A.|Telebrás]]. Na venda da Vale, Lindbergh se uniu às manifestações de cerca de cem estudantes na entrada da [[Bolsa de Valores do Rio de Janeiro]]. No leilão das telefônicas, enfrentou a polícia em protestos.<ref>{{citar web|url=http://www.terra.com.br/istoegente/280/reportagens/pers_lindberg.htm|titulo=Lindbergh Farias: personalidade do ano de 2004|acessodata=22 de junho de 2010|publicado=Terra.com.br|autor=ISTOÉ Gente}}</ref> Embora tenha recebido expressiva votação (73 mil votos) nas [[Eleições estaduais do Rio de Janeiro de 1998|eleições de 1998]], não conseguiu se reeleger porque o [[PSTU]] – legenda pela qual concorreu – não atingiu [[coeficiente eleitoral]].
 
Pelo mesmo motivo, em 2000 não pôde assumir o cargo de vereador, embora fosse o quarto mais votado do [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], com 47 mil votos. Decidiu, então, filiar-se em 2001 ao [[Partido dos Trabalhadores]] (PT) para apoiar a candidatura de [[Luiz Inácio Lula da Silva]] à presidência. Retornou novamente à Câmara dos Deputados em 2002 com mais de 83 mil votos.{{carece de fontes}}
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