Diferenças entre edições de "Desenvolvimentismo"

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Nos anos 50, [[Juscelino Kubitschek]] foi um presidente famoso pelo incentivo à indústria automobilística, à abertura de estradas e pela criação de Brasília. Juscelino fez do embate entre a matriz desenvolvimentista e a matriz monetarista, que privilegiava a estabilização, um poderoso instrumento de ação política, capaz de mobilizar diferentes setores da sociedade a partir da evocação de um ideário nacionalista.<ref name="cpdoc">{{citar web|url=http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/JK/artigos/Economia/Desenvolvimentismo|titulo=O custo do desenvolvimentismo - CPDOC - FGV|dataacesso=18/04/2015}}</ref> Por isso, é-lhe creditado o ideário do [[Nacional Desenvolvimentismo]].
 
Posteriormente, nos [[década de 1970|anos 70]], os [[Regime militar no Brasil|governos militares]] ficaram infames por praticar uma agenda desenvolvimentista no país em moldes autoritários, com investimentos em infraestrutura (abertura e asfaltamento de milhares de quilômetros de estradas, construção de usinas de energia como [[Usina Hidrelétrica de Itaipu|Itaipu]] e outras, a [[Ponte Rio-Niterói]], aeroportos, portos, criação do [[Pro-Álcool]] e da [[Telecomunicações Brasileiras S/.A.|Telebrás]] etc.) há muito necessários, porém sem participação e principalmente fiscalização dos diversos setores sociais.<ref>Bibliografia; [[Luiz Carlos Bresser Pereira|Bresser-Pereira]], 2003. Capítulo 7 "Crescimento Econômico e Pacto Burocrático-Autoritário".</ref>
 
O governo do presidente [[Fernando Henrique Cardoso]] investiu na duplicação de 1300&nbsp;km de rodovias entre [[Belo Horizonte]] e [[Florianópolis]], e dos trechos BR-232 (140&nbsp;km entre [[Recife]] e [[Caruaru]]) e BR-230 (132&nbsp;km entre [[João Pessoa]] e [[Campina Grande]]), incrementando a economia nordestina. FHC também asfaltou rodovias de terra da Região Norte, para melhorar a economia e a integração nacional: com a [[Venezuela]], ao asfaltar a rodovia BR-174 (988&nbsp;km ligando Manaus-Boa Vista-fronteira com Venezuela), e com o [[Peru]] e [[Bolívia]], ao asfaltar a rodovia BR-317 (331&nbsp;km ligando [[Rio Branco]] a [[Assis Brasil]], na fronteira tríplice). Porém,
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