Diferenças entre edições de "Atleta-guia"

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Nos desportos paralímpicos, existem duas categorias para os deficientes visuais: os cegos e as pessoas com baixa visão. Para os atletas com baixa visão, ele pode escolher se quer ou não contar com o auxílio de um atleta-guia durante a prova. Já no caso dos cegos, a atuação de um atleta-guia é obrigatória. Estas regras devem estar de acordo com a International Blind Sports Association (IBAS) e o Comitê Paraolímpico Internacional (IPC).
 
Antes de 2011 o atleta-guia não recebia medalha. No Mundial de Atletismo da Nova Zelândia, disputado em 2011, foi anunciado que os atletas-guia passariam a também ser medalhados<ref>[https://memoria.ebc.com.br/infantil/voce-sabia/2012/09/voce-sabia-que-o-atleta-guia-tambem-recebe-medalha ebc.com.br/] ''Você sabia que o atleta-guia também recebe medalha?''</ref>.
 
Os atletas-guias são uma parte tão próxima e essencial da competição, que o atleta com deficiência visual e o atleta-guia são considerados uma equipe, e os dois atletas são candidatos a medalha. Por conta disso, existem alguns exemplos de atletas-guia que foram atletas olímpicos. [[Craig MacLean]], por exemplo, ganhou uma medalha de prata no sprint por equipe nos Jogos Olímpicos de 2000 e uma medalha de ouro como piloto duplo no sprint duplo nos Jogos Paraolímpicos de 2012<ref>{{cite news| url=https://www.bbc.co.uk/sport/0/disability-sport/19458142 | work=BBC News | title=Kappes & MacLean lead GB one-two | date=2 September 2012}}</ref>.
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