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== Crítica profissional ==
[[Imagem:Björk_by_deep_schismic_at_Big_Day_Out_2008,_Melbourne_Flemington_Racecourse.jpg|esquerda|180px|thumb|"Bedtime Story" foi frequentemente comparada aosà trabalhos da cantora e compositora islandesa [[Björk]], que co-escreveu a canção.]]
De forma geral, "Bedtime Story" atraiu críticas positivas de acadêmicos, análistas especializados e jornalistas musicais, que alegaram que sua produção a tornou uma das melhores canções do álbum, bem como uma das mais subestimadas da carreira de Madonna. É o caso de [[Stephen Thomas Erlewine]], do banco de dados [[Allmusic]], que reconheceu-o como um dos maiores destaques do disco,<ref>{{citar web|último=Erlewine|primeiro=Stephen Thomas|autorlink=Stephen Thomas Erlewine|título=Madonna > ''Bedtime Stories'' > Overview|url=https://www.allmusic.com/album/bedtime-stories-mw0000119241|acessodata=22 de junho de 2020|língua=en |obra=Allmusic}}</ref> ou Sal Cinquemani da revista ''[[Slant Magazine|Slant]]'', que o considerou um de seus ''singles'' mais "desperdiçados".<ref>{{citar web|último=Cinquemani|primeiro=Sal|título=Review: Madonna, Bedtime Stories|url=https://www.slantmagazine.com/music/madonna-bedtime-stories/|acessodata=22 de junho de 2020|língua=en |obra=[[Slant Magazine]]|data=9 de março de 2003}}</ref> O mesmo autor deu a gravação uma nota "A" em sua revisão à compilação ''[[GHV2]]'' e acrescentou que poderia ter sido o próximo "[[Vogue (canção)|Vogue]]" (1990), porém "[até] mesmo os mais bravos programadores de rádios ''pop'' [a] ignoraram."<ref name="ghv2">{{citar web|último=Cinquemani|primeiro=Sal|título=Review: Madonna, GHV2|url=https://www.slantmagazine.com/music/madonna-ghv2/|acessodata=22 de junho de 2020|língua=en |obra=Slant Magazine|data=19 de novembro de 2001}}</ref> A jornalista da ''Billboard'', Larry Flick, revisou três vezes a obra. Em sua primeira crítica antes do lançamento comercial, ela o chamou de "hino ''trance''/''house'' obscuro" que está entre os "mais agitados do álbum, ideal para casas noturnas".<ref>{{citar web|url=https://books.google.com.ar/books?id=wgsEAAAAMBAJ&pg=PA26#v=onepage&q&f=false|título=Dance Trax|último=Flick|primeiro=Larry|data=18 de fevereiro de 1995|acessodata=22 de junho de 2020|língua=en |obra=Billboard|volume=107|número=7|página=26|issn=0006-2510}}</ref> Após seu lançamento, ela o descreveu como uma das canções ''pop'' "mais ousadas e experimentais" de Madonna, destacando a sua sonoridade "''dance''-''trance'' vanguardista" e o "[[gancho (música)|gancho]] intrigante".<ref name="flick">{{citar web|último=Flick|primeiro=Larry|título=Single Reviews|acessodata=22 de junho de 2020|língua=en |obra=Bilboard|data=18 de março de 1995|volume=107|número=11|página=59|url=https://books.google.com.mx/books?id=2wsEAAAAMBAJ&pg=PA59&redir_esc=y#v=onepage&q&f=false|issn=0006-2510}}</ref> Por último, enquanto avaliava "[[Human Nature (canção de Madonna)|Human Nature]]", ela reconheceu "Bedtime Story" como "magnífica e brilhantemente concebida que grudou sobre a mente de muitos".<ref>{{citar web|último=Flick|primeiro=Larry|título=Single Reviews|acessodata=22 de junho de 2020|língua=en |obra=Bilboard|data=3 de junho de 1995|volume=107|número=22|página=83|url=https://books.google.com.ar/books?id=1gsEAAAAMBAJ&pg=PA83#v=onepage&q&f=false|issn=0006-2510}}</ref> Jose F. Promis, do Allmusic, deu-lhe três estrelas de cinco e considerou-o um de seus ''singles'' "mais aventureiros e menos comerciais", que se manteve fiel à sua origem, ou seja, "música ''dance'' pura e não adulterada".<ref name="Promis"/> Peter Galvin, da publicação ''[[The Advocate]]'', destacou a sonoridade ''[[techno]]'' do tema, reminiscente do outro "hino de êxtase, "[[Rescue Me (canção)|Rescue Me]]" (1991).<ref>{{citar web|último=Galvin|primeiro=Peter|título=Virginesque: Madonna, Bedtime Stories|acessodata=22 de junho de 2020|língua=en |obra=[[The Advocate]]|data=15 de novembro de 1995|número=668|página=84|url=https://books.google.com.mx/books?id=y2QEAAAAMBAJ&lpg=PP1&hl=es&pg=PA84#v=onepage&q&f=false|issn=0001-8996}}</ref> Amaro Vicente escreveu que, graças à sua "complexa textura rítmica", tornou-se uma das "favoritas das pistas de dança em meados da década de 1990".<ref name="google253"/> Alejandra Torrales, do ''site'' mexicano ''Sopitas'', o descreveu como "uma joia que é posta perto do final do álbum como se fosse uma forma de encontrar a pérola, pegue-a e deixe-se levar por ela até o fim".<ref name="sopitas">{{citar web|último=Torrales|primeiro=Alejandra|título=De "Madonna" a "Confessions": Los discos de la Reina del Pop que valen la pena escuchar|url=https://www.sopitas.com/musica/10-discos-de-madonna-que-vale-pena-escuchar/|acessodata=22 de junho de 2020|língua=es |obra=Sopitas|data=18 de agosto de 2018}}</ref> Para a revista musical ''[[Rolling Stone]]'', Barbara O'Dair destacou o sonoridade "latejante" da canção, que "renuncia à linguagem em favor do entorpecimento".<ref>{{citar web|último=O'Dair|primeiro=Barbar|título=Bedtime Stories|url=https://www.rollingstone.com/music/music-album-reviews/bedtime-stories-183042/|acessodata=22 de junho de 2020|língua=en |obra=[[Rolling Stone]]|data=15 de dezembro de 1994}}</ref> No livro ''Enciclopedia Gay'' (2012), os autores Ignacio D'Amore e Mariano López o descreveram como "extremamente intenso e subaquático".<ref name="gay">{{harvsp|D'Amore|López|2012|p=94}}</ref>