Diferenças entre edições de "Aqueduto das Águas Livres"

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==Ver também==
* [[Lista de aquedutos]]
*'''Crimes No Aqueduto: A Historia Conhecida De SerialKiller Diogo Alves'''
*[[Diogo Alves]]
*'''Diogo Alves" Diego Álvarez" ([[Samos (Galiza)|Samos]], c. [[1810]] — [[Lisboa]], [[19 de fevereiro]] de [[1841]]) foi um [[criminoso]] [[Galiza|galego]] radicado em [[Portugal]].Nascido possivelmente Diego Álvarez, estabeleceu-se em [[Lisboa]] ainda jovem, tendo ficado conhecido como o [[Assassínio|assassino]] do [[Aqueduto das Águas Livres]] já que de [[1836]] a [[1839]] perpetrou nesse local vários [[crimes hediondos]], muitos deles (pensa-se) instigado pela sua companheira Gertrudes Maria, de alcunha "a Parreirinha". Foi por fim apanhado pelas autoridades em [[1840]], na sequência do [[assassinato]] da [[família]] de um [[médico]] cuja casa assaltara e, por isso, foi sentenciado à [[forca]]. A história de Diogo Alves, cuja [[Pena de morte|sentença de morte]] foi aplicada a [[19 de fevereiro]] em [[1841]], intrigou os [[Cientista|cientistas]] da então Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa. Estes, após o [[enforcamento]] do homicida, na tentativa de compreender a origem da sua perfídia, deceparam e estudaram a [[cabeça]] de Diogo Alves. Esta encontra-se, ainda hoje, conservada num recipiente de vidro, onde uma [[solução]] de [[formol]] lhe tem perpetuado a imagem de homem com ar tranquilo - bem contrária ao do que realmente foi. Os cientistas nunca terão conseguido explicar o que o levou a adquirir uma chave falsa do [[Aqueduto das Águas Livres]], onde se escondia, para assaltar as pessoas que passavam, atirando-as de seguida do aqueduto, com 65 m de altura. Na altura, chegou a pensar-se numa onda de [[Suicídio|suicídios]] inexplicáveis, e foram precisas muitas mortes - só numa família registaram-se quatro vítimas - para que se descobrisse que era tudo obra de um criminoso: Diogo Alves.''' '''A cabeça decepada encontra-se actualmente no teatro [[Anatomia|anatómico]] da [[Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa]], na sequência da formação de um gabinete de [[frenologia]] por [[José Lourenço da Luz Gomes]], que permitiu a conservação do [[crânio]] de Diogo Alves juntamente com o de Matos Lobo (tendo sido um dos últimos sujeitos a quem foi aplicada a [[Pena de morte em Portugal]], algo bastante significativo para a história judicial de Portugal) na antiga escola médico-cirúrgica. A cabeça de Diogo Alves constituiu um dos objectos mais significativos - e sem dúvida mais horríficos - da exposição ''Passagens. Cem Peças para o Museu de Medicina'', que decorreu no [[Museu Nacional de Arte Antiga]] em 2005.'''
 
== Bibliografia ==
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