Homossexualidade e vampiros: diferenças entre revisões

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m (Adição de fontes carentes, e citação marcada como edição menor na parte de literatura. Inclui um romance que aborda o tema e editei o ultimo terço na parte em que comentavam sobre o livro Let Me In de (2004) por John Aivide Lindqvist)
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Durante o século XX, o uso da figura do vampiro como um símbolo da homossexualidade é limitada pela censura oficial, embora existam algumas histórias onde esta conotação aparece mais ou menos insinuada, como em ''The House of the Vampire'' (1907) por [[George Sylvester Viereck]], onde um jovem artista é seduzido por seu mentor, que visa arrancar a sua criatividade. Durante este século desenvolveu um tipo de literatura dirigida ao público gay, e o vampiro perdeu sua sexualidade transgressora como parte de sua natureza predatória, e a homossexualidade tornou-se uma característica mais do mesmo, sem diferenciação clara. Na saga [[Crônicas Vampirescas|''Vampire Chronicles'']] (1976-2014) de [[Anne Rice]], diversos personagens tem tendência ao [[homoerotismo]] intenso, como [[Lestat de Lioncourt|Lestat]] e Louis ou Marius e Armand.<ref>Keller, James R. (2000). ''Anne Rice and Sexual Politics: The Early Novels''. McFarland. pp. 12–14. <nowiki>ISBN 978-0786408467</nowiki>.</ref> Em ''[[Lost Souls (livro)|Lost Souls]]'' (1992) de [[Poppy Z. Brite]], muitos dos personagens mantem uma elevada carga de ambiguidade sexual, ou diretamente a orientação homossexual, com descrições vívidas que constituem um dos elementos do estilo do autor.
 
Com a [[revolução sexual]] do final do século XX, a homossexualidade vampírica ganhou um lugar entre a literatura do gênero, mostrando vampiras lésbicas que muitas vezes refletem as características de sua antecessora Carmilla; ou vampiros [[andrógeno]]s do aspecto romântico, bem como elementos de fundo, publicações eróticas ou diretamente pornográficas. Na sag''a [[The Southern Vampire Mysteries|True Blood]]'' (2001-2013), os vampiros muitas vezes têm uma orientação sexual ambígua e ligada à sua natureza predatória. De acordo com [[Charlaine Harris]], autora da saga, sua intenção era criar um conflito alimentado pela integração de uma minoria marginalizada, utilizando os vampiros como molde. No início da saga, referindo-se a está alusão dos vampiros para o mundo como "o dia em que os vampiros saíram do caixão". O romance recente, [[Let Me In (livro)|''Let Me In'']] (2004), por [[John Ajvide Lindqvist]], continuou com a figura da sexualidade transgressora do vampiro, no amor entre duas crianças, Oskar e Eli, este último um vampiro que foi castrado como parte de um jogo mórbido e, desde então, adotou uma identidade feminina. Recentemente é possível notar o presente lesbianismo na temática do polemico romance ''Covil Das Lobas, S S.''<ref>{{citar livro|título=Covil Das Lobas|ultimo=S.|primeiro=S|editora=Clube Autores|ano=2021|local=Rio De Janeiro|página=131|páginas=115 134|isbn=978-65-00-3501-66}}</ref>'','' muitos apontam também como um surgimento de um novo gênero sexual devido as transformações animalescas que ocorrem no ultimo terço do livro quando os papeis se invertem e os gêneros se encontram<ref>{{Citar web|url=https://inteligencia-infinita.com/recomendacao-de-livro-do-mes-e-covil-das-lobas/|titulo=Recomendação de livro do mês é: covil das lobas IMPERDÍVEL!|data=2021-10-25|acessodata=2021-12-01|lingua=pt-BR}}</ref>, também é apontado uma relação paternal quando os [[Marinheiro|marujos]] do baleeiro ,Margot, "adotam" o inexperiente mãos-verdes e o apresentam aos prazeres mundanos. Além das diversas referencias ao romance ''Carmilla''.
 
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