Diferenças entre edições de "Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina"

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O Tribunal de Contas do Estado de [[Santa Catarina]] fiscaliza o uso de recursos públicos pelo Estado e pelos 293 municípios catarinenses. Seu objetivo é assegurar que os recursos públicos sejam bem aplicados e evitar irregularidades como fraudes, desvios, desperdício e atos de corrupção.
 
Qualquer pessoa ou entidade que faça uso de bens públicos do Estado tem que prestar contas ao Tribunal. O Tribunal analisa estas contas e determina se os administradores agiram com legalidade, economicidade e moralidade.
 
==História==
O Tribunal de Contas de Santa Catarina foi criado em 1955, no governo de [[Irineu Bornhausen]]. A proposta foi do governador anterior, [[Aderbal Ramos da Silva]], mas demorou cinco anos para ser aprovada. Bornhausen então nomeou os sete primeiros conselheiros: João Bayer Filho, João José de Souza Cabral, Leopoldo Olavo Erig, Nelson Heitor Stoeterau, Nereu Corrêa de Souza, Monsenhor Pascoal Gomes Librelotto e Vicente João Schneider, sendo João Bayer Filho o seu primeiro presidente.
 
Inicialmente o controle era feito somente sobre o Poder Executivo, o que correspondia a cerca de 30% do orçamento. A partir de 1970, o Tribunal começou a exercer o controle sobre os três poderes, prefeituras municipais, autarquias e fundações estaduais.
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