Diferenças entre edições de "Lauro sodré"

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Proclamada a República foi secretário de Benjamin, no Ministério da Guerra, ao tempo em que era nomeado lente catedrático da Escola Superior de Guerra. A 23 de junho de 1891, foi eleito governador do Pará, tendo sido, depois, o único governador que se colocou contra o golpe de Estado perpetrado por Deodoro a 3 de novembro de 1891; por isso, foi deposto por forte expedição militar, quando houve o con tragolpe de 23 de novembro, com a queda de Deodoro e a derrubada de todos os governadores, menos de Sodré.
 
Na cisão do [[Partido Republicano Federal]], liderado por Glicério, Sodré ficou ao lado deste e contra o presidente Prudente de Moraes, acabando por ser escolhido, a 5 de outubro de 1897, como candidato à presidência da República, sobretudo apoiado por parte dos republicanos históricos e positivistas. Empunhando, todavia, o governo federal, as armas do estado de sítio, da pressão e da fraude, conseguiu eleger [[Campos Salles]]. Por isso, o Grande Oriente, liderado por Quintino e por Glicério, não tomou conhecimento da eleição de Campos Salles.
 
Em 1904, se envolveu na revolta da vacina, quando aproveitou para sublevar os cadetes das escolas militares da Praia Vermelha e de Realengo. Foi preso ao final do episódio. O Senador Lauro Sodré se opunha à vacinação obrigatória, como medida cerceadora das liberdades individuais.
 
Ele ainda seria senador em quatro oportunidades: uma pelo Distrito Federal (1902) e três pelo Pará (1897, 1912 e 1922). Foi eleito e assumiu o cargo de Grão-Mestre em 21/06/1904, sendo, sucessivamente, reeleito em 1907, 1910, 1913 e 1916. Ao ser eleito governador do Pará, em 1916, pediu exoneração do cargo de Grão-Mestre do Grande Oriente. Com o golpe de 1930, abandonaria a vida pública.
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