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[[Imagem:Luca Giordano 014.jpg|thumb|rightleft|Prudência, por [[Luca Giordano]]]]
[[Imagem:Vouet prudence.jpg|thumb|left|Alegoria da Prudência, por [[Simon Vouet]]]]
 
'''Prudência''', na [[mitologia]] é o nome romano de [[Métis]], a deusa da prudência.
 
Classicamente, prudência é considerada uma virtude, e de fato, uma das quatro [[Virtudes Cardinais]]. A palavra vem de ''prudencia'' (expressão francesa do final do século 13), do latim ''prudentia'' (significando "previsão, sagacidade". Freqüentemente é associada com a [[Sabedoria]], [[Introspecção]], e [[Conhecimento]]. Neste caso, a virtude é a capacidade de julgar entre açõesacções maliciosas e virtuosas, não só num sentido geral, mas com referência a açõesacções apropriadas num tempo dado e lugar. Embora a prudência não execute qualquer açãoacção, e está preocupada unicamente com o [[conhecimento]], todas virtudes têm que estar reguladas por ela. Distinguir quando atos são corajosos, ao contrário de descuidado ou covardemente, por exemplo, é um ato de prudência. Ela é classificada como um "cardinal", quer dizer que uma virtude "principal". Por outras palavras, prudência "dispõe a razão para discernir em todas as circunstâncias o verdadeiro bem e a escolher os justos meios para o atingir. Ela conduz a outras virtudes, indicando-lhes a regra e a medida" (''[[Compêndio do Catecismo da Igreja Católica|CCIC]]'', n. 380).
 
Embora prudência seria aplicada a qualquer julgamento, as tarefas mais difíceis, que distinguem uma pessoa como prudente, são por exemplo, como quando uma pessoa determinar o que seria melhor dar como doações de caridade, ou decidir como punir uma criança, a fim de prevenir repetir uma ofensa.
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